
O grupo bandeira de Hong Kong entra em 2026 com vento a favor. Segundo dados de tráfego divulgados em 29 de janeiro de 2026, a Cathay Pacific e sua subsidiária de baixo custo HK Express transportaram mais de 36 milhões de passageiros em 2025 — um aumento de 27% em relação ao ano anterior — e movimentaram 1,6 milhão de toneladas de carga, alta de 9%. O crescimento culminou em um recorde histórico de 125 mil passageiros em um único dia, em 27 de dezembro, superado novamente em 3 de janeiro, com 126 mil viajantes. (ttrweekly.com)
O aumento foi impulsionado por vários fatores. Primeiro, a Cathay expandiu sua capacidade de forma agressiva: os assentos-quilômetro disponíveis cresceram 25% em 2025, com a reativação de aeronaves wide-body paradas, reabertura de lounges e recontratação de tripulação demitida durante a pandemia. Segundo, o sistema de três pistas de Hong Kong permitiu à companhia aumentar frequências para América do Norte, Oceania, Sudeste Asiático e — crucialmente — o continente chinês, onde a Cathay agora opera diretamente para 24 destinos.
Para gestores de mobilidade corporativa, esses números são importantes. Uma malha mais densa significa mais opções de voos no mesmo dia para executivos que viajam entre Hong Kong, Shenzhen e centros regionais. A recuperação da carga também reduz o tempo porta a porta para remessas urgentes, como equipamentos semicondutores, setor fundamental para muitas transferências de expatriados na Grande Baía. Com a demanda para o Ano Novo Lunar já superando a do ano passado, espera-se alta ocupação e tarifas firmes no primeiro trimestre.
Olhando para o futuro, a Cathay celebrará seu 80º aniversário com “iniciativas centradas no cliente” que, segundo fontes internas, incluem novos níveis de contratos corporativos e uma interface digital de reservas renovada. A companhia também foi eleita a segunda aérea full-service mais segura do mundo para 2026 pela AirlineRatings, um diferencial para programas de mobilidade com rígidos critérios de duty of care.
No conjunto, os dados confirmam que o papel de Hong Kong como hub internacional de aviação não está mais em dúvida. Equipes de compras podem querer garantir suas cotas antes do próximo ciclo de definição de tarifas, enquanto especialistas em realocação devem considerar a oferta mais restrita de assentos nos cronogramas de projetos entre março e a Páscoa.
O aumento foi impulsionado por vários fatores. Primeiro, a Cathay expandiu sua capacidade de forma agressiva: os assentos-quilômetro disponíveis cresceram 25% em 2025, com a reativação de aeronaves wide-body paradas, reabertura de lounges e recontratação de tripulação demitida durante a pandemia. Segundo, o sistema de três pistas de Hong Kong permitiu à companhia aumentar frequências para América do Norte, Oceania, Sudeste Asiático e — crucialmente — o continente chinês, onde a Cathay agora opera diretamente para 24 destinos.
Para gestores de mobilidade corporativa, esses números são importantes. Uma malha mais densa significa mais opções de voos no mesmo dia para executivos que viajam entre Hong Kong, Shenzhen e centros regionais. A recuperação da carga também reduz o tempo porta a porta para remessas urgentes, como equipamentos semicondutores, setor fundamental para muitas transferências de expatriados na Grande Baía. Com a demanda para o Ano Novo Lunar já superando a do ano passado, espera-se alta ocupação e tarifas firmes no primeiro trimestre.
Olhando para o futuro, a Cathay celebrará seu 80º aniversário com “iniciativas centradas no cliente” que, segundo fontes internas, incluem novos níveis de contratos corporativos e uma interface digital de reservas renovada. A companhia também foi eleita a segunda aérea full-service mais segura do mundo para 2026 pela AirlineRatings, um diferencial para programas de mobilidade com rígidos critérios de duty of care.
No conjunto, os dados confirmam que o papel de Hong Kong como hub internacional de aviação não está mais em dúvida. Equipes de compras podem querer garantir suas cotas antes do próximo ciclo de definição de tarifas, enquanto especialistas em realocação devem considerar a oferta mais restrita de assentos nos cronogramas de projetos entre março e a Páscoa.
Fonte: TTR Weekly
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