
Apenas quatro meses após a França iniciar a inscrição de nacionais de países terceiros no Sistema de Entrada e Saída da UE, a revista de tecnologia Identity Week relata “filas enormes” em vários aeroportos franceses — mesmo com o país operando o sistema com apenas um terço da capacidade. Nos horários de pico do último fim de semana, passageiros em Orly e Nice enfrentaram esperas de até duas horas, enquanto os agentes lidavam com leitores de impressões digitais que precisavam ser limpos entre os usos e câmeras que não conseguiam capturar imagens nítidas sob a luz forte do sol.
A Comissão Europeia suspendeu a obrigação de ampliar o atendimento para 50% dos passageiros até setembro, reconhecendo problemas de integração e falta de pessoal. Os aeroportos de Paris recrutaram 200 agentes sazonais extras para orientar os viajantes nos quiosques, mas os sindicatos afirmam que isso é “uma gota no oceano” diante dos 600 oficiais que se aposentaram na última década.
Os fornecedores de logística temem impactos nas operações de carga aérea, que dependem de janelas de entrega rigorosas. “Se a tripulação tiver que enfrentar as mesmas filas que os turistas, você perde o horário de partida e toda a rotação desmorona”, disse um despachante da Air France à Identity Week.
Consultores de mobilidade recomendam que as equipes de RH enviem guias passo a passo do EES para os viajantes corporativos, ressaltando que, uma vez inscrito, nas viagens seguintes basta uma rápida verificação de identidade. Também destacam que portadores de autorização de residência francesa estão temporariamente excluídos dos portões eletrônicos, portanto, funcionários expatriados devem estar preparados para usar as filas manuais.
O governo garante que os problemas iniciais são temporários e destaca os benefícios de segurança a longo prazo do sistema, mas, com a alta temporada de verão se aproximando, os gestores de viagens corporativas precisarão de planos de contingência sólidos.
A Comissão Europeia suspendeu a obrigação de ampliar o atendimento para 50% dos passageiros até setembro, reconhecendo problemas de integração e falta de pessoal. Os aeroportos de Paris recrutaram 200 agentes sazonais extras para orientar os viajantes nos quiosques, mas os sindicatos afirmam que isso é “uma gota no oceano” diante dos 600 oficiais que se aposentaram na última década.
Os fornecedores de logística temem impactos nas operações de carga aérea, que dependem de janelas de entrega rigorosas. “Se a tripulação tiver que enfrentar as mesmas filas que os turistas, você perde o horário de partida e toda a rotação desmorona”, disse um despachante da Air France à Identity Week.
Consultores de mobilidade recomendam que as equipes de RH enviem guias passo a passo do EES para os viajantes corporativos, ressaltando que, uma vez inscrito, nas viagens seguintes basta uma rápida verificação de identidade. Também destacam que portadores de autorização de residência francesa estão temporariamente excluídos dos portões eletrônicos, portanto, funcionários expatriados devem estar preparados para usar as filas manuais.
O governo garante que os problemas iniciais são temporários e destaca os benefícios de segurança a longo prazo do sistema, mas, com a alta temporada de verão se aproximando, os gestores de viagens corporativas precisarão de planos de contingência sólidos.
Fonte: Identity Week
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