
Engenheiros e técnicos da unidade da Alstom em Charleroi — principal instalação da empresa na Bélgica para equipamentos de sinalização e montagem de trens — paralisaram as atividades pelo segundo dia consecutivo em 17 de fevereiro. O conflito gira em torno das demandas por maior flexibilidade e da ausência de um acordo trabalhista setorial para a indústria metalúrgica, o que obriga cada empresa a negociar individualmente.
Embora os serviços de passageiros não sejam afetados imediatamente, a fábrica da Alstom em Charleroi é responsável pela modernização do sistema de sinalização ETCS nas locomotivas da SNCB e pela produção de componentes para os trens de alta velocidade Thalys e Eurostar. Uma paralisação prolongada pode atrasar as entregas previstas para o terceiro trimestre de 2026, comprometendo as metas de confiabilidade antes da movimentada temporada de verão.
Para as equipes de mobilidade corporativa, qualquer atraso na disponibilidade do material rodante pode provocar mudanças nos horários de rotas internacionais importantes, como Bruxelas–Paris e Bruxelas–Amsterdã. Passes ferroviários adquiridos antecipadamente para orçamentos de viagens de funcionários podem perder valor caso os trens sejam remanejados ou substituídos por ônibus.
O líder sindical Romeo Bordenga, da FGTB, afirmou que as negociações permanecem "em impasse", enquanto a direção da Alstom afirma já ter oferecido reajustes salariais acima da inflação. A disputa é ainda mais complexa devido às regras da UE sobre cadeias de suprimentos, que incentivam o conteúdo local, dando maior poder de negociação aos sindicatos.
Especialistas destacam que o cenário fragmentado das negociações coletivas na Bélgica frequentemente resulta em greves que surpreendem os viajantes. Gestores de mobilidade devem acompanhar de perto as negociações e incluir flexibilidade nos planos de viagem que dependem do transporte ferroviário, especialmente para os trabalhadores transfronteiriços.
Embora os serviços de passageiros não sejam afetados imediatamente, a fábrica da Alstom em Charleroi é responsável pela modernização do sistema de sinalização ETCS nas locomotivas da SNCB e pela produção de componentes para os trens de alta velocidade Thalys e Eurostar. Uma paralisação prolongada pode atrasar as entregas previstas para o terceiro trimestre de 2026, comprometendo as metas de confiabilidade antes da movimentada temporada de verão.
Para as equipes de mobilidade corporativa, qualquer atraso na disponibilidade do material rodante pode provocar mudanças nos horários de rotas internacionais importantes, como Bruxelas–Paris e Bruxelas–Amsterdã. Passes ferroviários adquiridos antecipadamente para orçamentos de viagens de funcionários podem perder valor caso os trens sejam remanejados ou substituídos por ônibus.
O líder sindical Romeo Bordenga, da FGTB, afirmou que as negociações permanecem "em impasse", enquanto a direção da Alstom afirma já ter oferecido reajustes salariais acima da inflação. A disputa é ainda mais complexa devido às regras da UE sobre cadeias de suprimentos, que incentivam o conteúdo local, dando maior poder de negociação aos sindicatos.
Especialistas destacam que o cenário fragmentado das negociações coletivas na Bélgica frequentemente resulta em greves que surpreendem os viajantes. Gestores de mobilidade devem acompanhar de perto as negociações e incluir flexibilidade nos planos de viagem que dependem do transporte ferroviário, especialmente para os trabalhadores transfronteiriços.
Fonte: The Brussels Times