
Investigadores da aviação belga abriram uma investigação urgente após um Airbus A320neo da Scandinavian Airlines (SAS), com 158 passageiros a bordo, alinhar-se por engano numa taxiway paralela no Aeroporto de Bruxelas, acelerar até 127 nós e abortar a descolagem. O incidente, ocorrido em condições de baixa visibilidade a 5 de fevereiro, tornou-se público a 7 de março de 2026, quando a RTL Bélgica obteve o relatório preliminar da Unidade de Investigação de Acidentes Aéreos da Bélgica (AAIU-BE).
Segundo o relatório, o voo SK 566 recebeu autorização para descolar da pista 25 R às 06h52, hora local, mas virou para a taxiway Y, que corre paralela à pista ativa. O piloto comandante iniciou a corrida de descolagem sem perceber o desvio; o copiloto reconheceu o erro em alta velocidade e pediu o abortamento imediato. A aeronave parou a apenas 40 metros de uma estrada periférica. Não houve feridos e o avião taxiou de volta ao portão para inspeções antes de retomar o serviço ainda naquele dia.
Os investigadores estão focados em três fatores contribuintes: iluminação limitada da pista em nevoeiro denso, uma sinalização na taxiway que havia sido reportada como ausente após danos causados por uma tempestade, e uma frequência de controle de tráfego aéreo sobrecarregada no momento da autorização. Também será examinada a ergonomia da cabine, após a tripulação relatar um breve “deslocamento do mapa” no display de navegação da aeronave. Os gravadores de voz da cabine e de dados de voo foram apreendidos, e um relatório final é esperado dentro de seis meses.
Para gestores de mobilidade global, o quase acidente serve como alerta de que eventos de segurança de voo podem provocar mudanças operacionais súbitas, incluindo reprogramação de tripulações e aeronaves ou restrições de slots em curto prazo, enquanto os reguladores realizam inspeções no local. Empresas com conexões críticas no mesmo dia via Bruxelas devem monitorar os NOTAMs e considerar possíveis atrasos nos itinerários. Seguradoras também podem renovar o interesse em apólices corporativas de risco de viagem que cubram conexões perdidas e obrigações de duty of care.
A Autoridade de Aviação Civil da Bélgica já ordenou à Brussels Airport Company uma auditoria da sinalização em todas as taxiways antes do intenso calendário da Páscoa. A EASA, por sua vez, divulgou um boletim de segurança para as companhias aéreas da UE, destacando as melhores práticas para operações em baixa visibilidade e a importância de verificações cruzadas assertivas pela tripulação. Com Bruxelas atuando como hub para instituições da UE e muitos movimentos da NATO, a confiança contínua nos padrões de segurança é essencial para a atratividade da Bélgica como porta de entrada para a mobilidade.
Segundo o relatório, o voo SK 566 recebeu autorização para descolar da pista 25 R às 06h52, hora local, mas virou para a taxiway Y, que corre paralela à pista ativa. O piloto comandante iniciou a corrida de descolagem sem perceber o desvio; o copiloto reconheceu o erro em alta velocidade e pediu o abortamento imediato. A aeronave parou a apenas 40 metros de uma estrada periférica. Não houve feridos e o avião taxiou de volta ao portão para inspeções antes de retomar o serviço ainda naquele dia.
Os investigadores estão focados em três fatores contribuintes: iluminação limitada da pista em nevoeiro denso, uma sinalização na taxiway que havia sido reportada como ausente após danos causados por uma tempestade, e uma frequência de controle de tráfego aéreo sobrecarregada no momento da autorização. Também será examinada a ergonomia da cabine, após a tripulação relatar um breve “deslocamento do mapa” no display de navegação da aeronave. Os gravadores de voz da cabine e de dados de voo foram apreendidos, e um relatório final é esperado dentro de seis meses.
Para gestores de mobilidade global, o quase acidente serve como alerta de que eventos de segurança de voo podem provocar mudanças operacionais súbitas, incluindo reprogramação de tripulações e aeronaves ou restrições de slots em curto prazo, enquanto os reguladores realizam inspeções no local. Empresas com conexões críticas no mesmo dia via Bruxelas devem monitorar os NOTAMs e considerar possíveis atrasos nos itinerários. Seguradoras também podem renovar o interesse em apólices corporativas de risco de viagem que cubram conexões perdidas e obrigações de duty of care.
A Autoridade de Aviação Civil da Bélgica já ordenou à Brussels Airport Company uma auditoria da sinalização em todas as taxiways antes do intenso calendário da Páscoa. A EASA, por sua vez, divulgou um boletim de segurança para as companhias aéreas da UE, destacando as melhores práticas para operações em baixa visibilidade e a importância de verificações cruzadas assertivas pela tripulação. Com Bruxelas atuando como hub para instituições da UE e muitos movimentos da NATO, a confiança contínua nos padrões de segurança é essencial para a atratividade da Bélgica como porta de entrada para a mobilidade.
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