
O Departamento de Trabalhadores Migrantes das Filipinas (DMW) emitiu um alerta em 2 de abril de 2026, lembrando aos futuros Trabalhadores Filipinos no Exterior (OFWs) que entrar na Austrália com visto de visitante (subclasse 600) não garante o direito de trabalhar. A declaração ocorre após um aumento nos casos de interceptação nos aeroportos de Manila e Cebu, onde agentes de trabalho encontraram passageiros com contratos de emprego, mas portando apenas vistos de turista. Segundo a Lei de Migração da Austrália, violar as condições do visto de visitante pode resultar em cancelamento imediato do visto, detenção e proibição de reentrada por vários anos.
O Subsecretário do DMW, Hans Cacdac, afirmou que a agência está em coordenação com o Departamento de Assuntos Internos da Austrália e a Força de Fronteira Australiana para compartilhar informações sobre golpes de recrutamento que atraem filipinos com promessas do tipo “viaje agora, converta depois”. O alerta traz implicações para empregadores australianos que utilizam cadeias de contratação terceirizadas: contratar portadores de visto de visitante pode acarretar multas de até AUD 315.000, conforme as sanções para empregadores.
Equipes de mobilidade global devem, portanto, auditar fornecedores de pessoal terceirizados e garantir a verificação prévia dos vistos para nacionais filipinos antes do envio. O DMW também pediu que as companhias aéreas exerçam diligência no check-in, alertando que as transportadoras podem ser multadas sob a Lei dos Trabalhadores Migrantes das Filipinas por facilitar o envio irregular.
Caminhos legítimos, como o visto Regional Patrocinado por Empregador Qualificado da Austrália (subclasse 494) ou o programa de Férias-Trabalho (subclasse 462), foram destacados como alternativas mais seguras. Este episódio reforça que a escassez de mão de obra pós-pandemia gerou um mercado paralelo de uso indevido de vistos. Recomenda-se que os empregadores incluam orientações sobre as condições do visto nas sessões de preparação para todos os viajantes de curto prazo vindos das Filipinas.
O Subsecretário do DMW, Hans Cacdac, afirmou que a agência está em coordenação com o Departamento de Assuntos Internos da Austrália e a Força de Fronteira Australiana para compartilhar informações sobre golpes de recrutamento que atraem filipinos com promessas do tipo “viaje agora, converta depois”. O alerta traz implicações para empregadores australianos que utilizam cadeias de contratação terceirizadas: contratar portadores de visto de visitante pode acarretar multas de até AUD 315.000, conforme as sanções para empregadores.
Equipes de mobilidade global devem, portanto, auditar fornecedores de pessoal terceirizados e garantir a verificação prévia dos vistos para nacionais filipinos antes do envio. O DMW também pediu que as companhias aéreas exerçam diligência no check-in, alertando que as transportadoras podem ser multadas sob a Lei dos Trabalhadores Migrantes das Filipinas por facilitar o envio irregular.
Caminhos legítimos, como o visto Regional Patrocinado por Empregador Qualificado da Austrália (subclasse 494) ou o programa de Férias-Trabalho (subclasse 462), foram destacados como alternativas mais seguras. Este episódio reforça que a escassez de mão de obra pós-pandemia gerou um mercado paralelo de uso indevido de vistos. Recomenda-se que os empregadores incluam orientações sobre as condições do visto nas sessões de preparação para todos os viajantes de curto prazo vindos das Filipinas.
Fonte: The Global Filipino Magazine
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