
Um relatório da Condé Nast Traveller, de 13 de abril, sobre um embarque problemático da easyJet em Milão–Linate trouxe à tona preocupações sobre a preparação da França para o Sistema de Entrada/Saída da UE (EES). Dos 156 passageiros reservados no voo EJU5420 para Manchester no domingo, apenas 34 embarcaram; 122 ficaram para trás após filas intermináveis no controle de passaportes. O artigo destaca que França, Grécia, Polônia e Espanha foram consideradas “longe de estarem preparadas” para o processamento completo do EES, gerando alerta para os viajantes com destino a Paris nesta primavera.
Embora o incidente tenha ocorrido na Itália, especialistas em mobilidade afirmam que o problema principal — falta de totens biométricos e treinamento adequado da equipe — afeta igualmente aeroportos regionais franceses, como Bordeaux e Toulouse, que recebem um número crescente de visitantes do Reino Unido e dos EUA. A polícia de fronteira francesa já realocou agentes de portos comerciais para aeroportos para suprir as deficiências iniciais do EES, segundo um memorando interno visto por consultores do setor.
Gestores de viagens corporativas recomendam, portanto, que clientes evitem conexões apertadas dentro do espaço Schengen na França e reservem pelo menos quatro horas entre o pouso e os trechos seguintes de trem ou voos domésticos. Empresas que planejam incentivos em grupo ou conferências em Paris nas próximas seis semanas estão sendo orientadas a escalonar as chegadas e considerar serviços em terminais privados, quando o orçamento permitir.
A longo prazo, o governo francês garante que os totens adicionais — encomendados no ano passado, mas atrasados pela escassez de semicondutores — serão instalados antes do pico turístico do verão de 2026 em Paris. Até lá, o incidente em Milão serve como um alerta: se um aeroporto italiano de porte médio pode deixar um avião inteiro retido, os mega-hubs franceses podem enfrentar colapsos ainda maiores.
Viajantes que precisem transitar pela França nas próximas duas semanas devem fazer o pré-registro biométrico quando disponível, portar confirmações impressas e acompanhar os aplicativos das companhias aéreas para atualizações em tempo real sobre o tempo de fila. O EES promete uma viagem sem atritos, mas, por enquanto, o nível de preparo varia muito dentro do espaço Schengen — inclusive, e talvez especialmente, na França.
Embora o incidente tenha ocorrido na Itália, especialistas em mobilidade afirmam que o problema principal — falta de totens biométricos e treinamento adequado da equipe — afeta igualmente aeroportos regionais franceses, como Bordeaux e Toulouse, que recebem um número crescente de visitantes do Reino Unido e dos EUA. A polícia de fronteira francesa já realocou agentes de portos comerciais para aeroportos para suprir as deficiências iniciais do EES, segundo um memorando interno visto por consultores do setor.
Gestores de viagens corporativas recomendam, portanto, que clientes evitem conexões apertadas dentro do espaço Schengen na França e reservem pelo menos quatro horas entre o pouso e os trechos seguintes de trem ou voos domésticos. Empresas que planejam incentivos em grupo ou conferências em Paris nas próximas seis semanas estão sendo orientadas a escalonar as chegadas e considerar serviços em terminais privados, quando o orçamento permitir.
A longo prazo, o governo francês garante que os totens adicionais — encomendados no ano passado, mas atrasados pela escassez de semicondutores — serão instalados antes do pico turístico do verão de 2026 em Paris. Até lá, o incidente em Milão serve como um alerta: se um aeroporto italiano de porte médio pode deixar um avião inteiro retido, os mega-hubs franceses podem enfrentar colapsos ainda maiores.
Viajantes que precisem transitar pela França nas próximas duas semanas devem fazer o pré-registro biométrico quando disponível, portar confirmações impressas e acompanhar os aplicativos das companhias aéreas para atualizações em tempo real sobre o tempo de fila. O EES promete uma viagem sem atritos, mas, por enquanto, o nível de preparo varia muito dentro do espaço Schengen — inclusive, e talvez especialmente, na França.
Fonte: Condé Nast Traveller
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