
O parlamento alemão iniciou, em 7 de maio de 2026, a primeira leitura do Segundo Projeto de Lei para Alterar o Imposto sobre o Transporte Aéreo. A proposta reverteu a sobretaxa de 2024 e restabelece tarifas mais baixas a partir de 1º de julho de 2026 — €13,03 para voos intraeuropeus, €33,01 para voos de média distância e €59,43 para voos de longa distância. A secretária de Estado das Finanças, Britta Reinhold, afirmou aos deputados que a medida faz parte do compromisso da coalizão CDU-SPD de “reequilibrar a competitividade da aviação”, após a recuperação do tráfego aéreo na Alemanha ter ficado atrás de outros países. O governo projeta uma perda de receita de €330 milhões em 2027, compensada pelo aumento dos impostos sobre a folha de pagamento para comerciantes de querosene, implementado no mês passado.
Entidades do setor, como a associação aérea BDL, defendem que a redução é essencial: o volume de passageiros nos aeroportos alemães ainda está 12% abaixo dos níveis de 2019, enquanto hubs vizinhos já superaram os números pré-pandemia. A companhia aérea de baixo custo Ryanair já fechou sua base em Berlim, citando custos operacionais elevados. Empresas de gestão de viagens (TMCs) preveem que a redução do imposto diminuirá em 1,5% a 2% o orçamento médio de viagens corporativas originadas na Alemanha e pode influenciar decisões de roteamento, favorecendo novamente Frankfurt e Munique.
A oposição vem dos Verdes, que classificam a redução do imposto como “irresponsável do ponto de vista climático” e propõem direcionar a economia para o setor ferroviário. A emenda deles, esperada para análise em comissão, manteria a taxa mais alta para voos com menos de 600 km, onde há disponibilidade de trens de alta velocidade. A votação final está prevista para junho; as companhias aéreas precisam de pelo menos quatro semanas para ajustar as tarifas, o que significa que as ferramentas corporativas de reserva devem refletir as novas tarifas até meados de junho, caso o projeto seja aprovado.
Impacto prático: empresas multinacionais com centros de custo na Alemanha devem atualizar seus calculadores de política de viagens e comunicar que a parcela do imposto será reduzida para bilhetes emitidos a partir de 1º de julho de 2026, independentemente da data da viagem.
Entidades do setor, como a associação aérea BDL, defendem que a redução é essencial: o volume de passageiros nos aeroportos alemães ainda está 12% abaixo dos níveis de 2019, enquanto hubs vizinhos já superaram os números pré-pandemia. A companhia aérea de baixo custo Ryanair já fechou sua base em Berlim, citando custos operacionais elevados. Empresas de gestão de viagens (TMCs) preveem que a redução do imposto diminuirá em 1,5% a 2% o orçamento médio de viagens corporativas originadas na Alemanha e pode influenciar decisões de roteamento, favorecendo novamente Frankfurt e Munique.
A oposição vem dos Verdes, que classificam a redução do imposto como “irresponsável do ponto de vista climático” e propõem direcionar a economia para o setor ferroviário. A emenda deles, esperada para análise em comissão, manteria a taxa mais alta para voos com menos de 600 km, onde há disponibilidade de trens de alta velocidade. A votação final está prevista para junho; as companhias aéreas precisam de pelo menos quatro semanas para ajustar as tarifas, o que significa que as ferramentas corporativas de reserva devem refletir as novas tarifas até meados de junho, caso o projeto seja aprovado.
Impacto prático: empresas multinacionais com centros de custo na Alemanha devem atualizar seus calculadores de política de viagens e comunicar que a parcela do imposto será reduzida para bilhetes emitidos a partir de 1º de julho de 2026, independentemente da data da viagem.
Fonte: Deutscher Bundestag
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Alemanha.Mais de Alemanha
Ver tudo
Companhias aéreas pedem suspensão do Sistema de Entrada/Saída da UE após filas de até quatro horas; apelo enviado ao ministro do Interior da Alemanha
Filas de uma a duas horas para passaportes com a implementação total do EES nos aeroportos alemães