
O marketplace de migração Migratio publicou, em 23 de junho, a versão amplamente revisada do “Direitos de Trabalho em Vistos Australianos — Guia Completo 2026”, respondendo a uma das dúvidas mais comuns das equipes de RH: quem pode trabalhar e por quantas horas? O guia destaca que o limite de trabalho para estudantes com visto voltou a ser de 48 horas por quinzena durante o período letivo, após ter sido flexibilizado durante a crise de mão de obra causada pela Covid-19. Também detalha os códigos de condição 8101, 8104, 8105, 8107 e 8108, oferecendo uma matriz em linguagem simples que os gestores de RH podem incluir em seus checklists de integração.
Importante: o guia alerta que empregadores podem sofrer pesadas penalidades civis se permitirem, conscientemente, que funcionários trabalhem além das condições do visto — algo que o Fair Work Ombudsman e a Australian Taxation Office já investigam ativamente por meio de cruzamento de dados com o Departamento de Assuntos Internos. Para empresas globais que gerenciam folhas de pagamento na Austrália, a mensagem é clara: as verificações VEVO devem ser feitas no recrutamento e periodicamente, especialmente para portadores de vistos provisórios, cujo status pode mudar de um dia para o outro.
O modelo para “monitoramento contínuo dos direitos de trabalho”, disponível para download, já está circulando em fóruns de gestão de expatriados. Embora o documento não seja um instrumento oficial de política, seu tratamento detalhado de situações reais — como se o trabalho voluntário conta para o limite de horas do estudante — preenche lacunas deixadas pelas folhas informativas do governo e deve se tornar uma referência essencial para equipes de mobilidade e compliance.
Importante: o guia alerta que empregadores podem sofrer pesadas penalidades civis se permitirem, conscientemente, que funcionários trabalhem além das condições do visto — algo que o Fair Work Ombudsman e a Australian Taxation Office já investigam ativamente por meio de cruzamento de dados com o Departamento de Assuntos Internos. Para empresas globais que gerenciam folhas de pagamento na Austrália, a mensagem é clara: as verificações VEVO devem ser feitas no recrutamento e periodicamente, especialmente para portadores de vistos provisórios, cujo status pode mudar de um dia para o outro.
O modelo para “monitoramento contínuo dos direitos de trabalho”, disponível para download, já está circulando em fóruns de gestão de expatriados. Embora o documento não seja um instrumento oficial de política, seu tratamento detalhado de situações reais — como se o trabalho voluntário conta para o limite de horas do estudante — preenche lacunas deixadas pelas folhas informativas do governo e deve se tornar uma referência essencial para equipes de mobilidade e compliance.
Fonte: Migratio
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