
Com greves no setor ferroviário, aéreo e público se acumulando pela Europa, o portal de consumidores TravelersToday publicou em 25 de junho uma atualização explicativa sobre o Regulamento CE 261—mais conhecido como EU261—focando em como as regras de compensação se aplicam quando a ação industrial tem origem na França. O momento coincide com uma onda de cortes de serviços relacionados ao calor e a recente greve anunciada para outubro no controle de tráfego aéreo, o que provocou um aumento nas buscas no Google por “compensação voo cancelado” e “reembolso trem greve”.
O artigo esclarece que o EU261 cobre qualquer voo que parta de um aeroporto da UE, independentemente da nacionalidade da companhia aérea, e voos de entrada operados por transportadoras da UE. Fundamentalmente, a compensação (de até €600) só se aplica quando a interrupção está sob controle da companhia aérea. Greves de funcionários da companhia aérea—pilotos, comissários de bordo, agentes de check-in—geralmente se qualificam; greves de controladores de tráfego aéreo ou bombeiros aeroportuários são consideradas “circunstâncias extraordinárias” e estão isentas. Essa distinção é importante neste verão, pois a França enfrenta ambos os casos: paralisações de comissários da Transavia e a iminente greve dos controladores de tráfego aéreo.
No setor ferroviário, o Regulamento de Direitos dos Passageiros da França espelha muitos dos direitos aéreos: atrasos de 60 a 119 minutos garantem reembolso de 25%, atrasos de 120 minutos ou mais, 50%. A política especial da SNCF para a canícula, que permite alterações gratuitas, vai além das obrigações legais, sendo um exemplo de “gesto comercial” e não um direito estatutário.
O texto também destaca que reivindicações sob o EU261 podem ser feitas até cinco anos após o evento na França—um prazo maior do que na maioria dos países da UE—facilitando para expatriados e viajantes frequentes consolidarem interrupções passadas em uma única reclamação. Departamentos de viagens corporativas devem, portanto, manter arquivos precisos de PNR; auditores cada vez mais apontam o dinheiro não reclamado do EU261 como uma oportunidade de economia perdida.
Por fim, o portal recomenda que os viajantes guardem cartões de embarque, notificações de atraso e, quando possível, fotos das telas dos aeroportos. Essas provas são essenciais, pois muitas companhias aéreas rejeitam as reclamações inicialmente, apostando que apenas uma fração dos passageiros recorrerá à Autoridade Francesa de Mediação da Aviação Civil (Médiation Tourisme et Voyage) ou aos juizados especiais.
O artigo esclarece que o EU261 cobre qualquer voo que parta de um aeroporto da UE, independentemente da nacionalidade da companhia aérea, e voos de entrada operados por transportadoras da UE. Fundamentalmente, a compensação (de até €600) só se aplica quando a interrupção está sob controle da companhia aérea. Greves de funcionários da companhia aérea—pilotos, comissários de bordo, agentes de check-in—geralmente se qualificam; greves de controladores de tráfego aéreo ou bombeiros aeroportuários são consideradas “circunstâncias extraordinárias” e estão isentas. Essa distinção é importante neste verão, pois a França enfrenta ambos os casos: paralisações de comissários da Transavia e a iminente greve dos controladores de tráfego aéreo.
No setor ferroviário, o Regulamento de Direitos dos Passageiros da França espelha muitos dos direitos aéreos: atrasos de 60 a 119 minutos garantem reembolso de 25%, atrasos de 120 minutos ou mais, 50%. A política especial da SNCF para a canícula, que permite alterações gratuitas, vai além das obrigações legais, sendo um exemplo de “gesto comercial” e não um direito estatutário.
O texto também destaca que reivindicações sob o EU261 podem ser feitas até cinco anos após o evento na França—um prazo maior do que na maioria dos países da UE—facilitando para expatriados e viajantes frequentes consolidarem interrupções passadas em uma única reclamação. Departamentos de viagens corporativas devem, portanto, manter arquivos precisos de PNR; auditores cada vez mais apontam o dinheiro não reclamado do EU261 como uma oportunidade de economia perdida.
Por fim, o portal recomenda que os viajantes guardem cartões de embarque, notificações de atraso e, quando possível, fotos das telas dos aeroportos. Essas provas são essenciais, pois muitas companhias aéreas rejeitam as reclamações inicialmente, apostando que apenas uma fração dos passageiros recorrerá à Autoridade Francesa de Mediação da Aviação Civil (Médiation Tourisme et Voyage) ou aos juizados especiais.
Fonte: TravelersToday
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