
O transporte aéreo na França entrou no pico do verão em desvantagem no dia 2 de julho, quando easyJet, Air France e várias outras companhias cancelaram 60 voos e registraram mais de 500 atrasos nos cinco aeroportos mais movimentados do país. Paris-Charles-de-Gaulle (CDG) e Paris-Orly (ORY) foram os mais afetados, mas os aeroportos regionais de Nice, Lyon e Toulouse também enfrentaram transtornos. Os gerentes de operações das companhias aéreas atribuíram os problemas a uma combinação desfavorável de doenças entre funcionários, rotações apertadas de aeronaves e restrições de fluxo do controle de tráfego aéreo europeu.
O aeroporto de Nice-Côte d’Azur foi o mais prejudicado, perdendo 21 rotações em um único dia — doze delas em voos da easyJet para destinos turísticos do Mediterrâneo. No CDG, a Air France cancelou sete partidas e registrou quase 200 decolagens atrasadas, enquanto Lufthansa, British Airways, Cityjet e KLM cancelaram pelo menos um voo cada. Com o início das férias escolares, formaram-se longas filas nos balcões de remarcação, e os passageiros correram para garantir assentos na rede ferroviária de alta velocidade TGV da França. A SNCF confirmou um aumento nas reservas de última hora entre Paris, Lyon e Toulouse, à medida que os viajantes buscavam alternativas.
De acordo com o Regulamento da UE 261/2004, passageiros cujos voos são cancelados por motivos sob controle da companhia aérea podem reivindicar entre €250 e €600 de compensação. Grupos de defesa do consumidor orientam os viajantes a guardar cartões de embarque e capturas de tela dos avisos de atraso para facilitar os pedidos de indenização. Para aliviar a pressão, as companhias ativaram acordos intermodais que permitem aos passageiros afetados trocar o voo pelo trem sem custo adicional, prática que se tornou comum durante as temporadas de greve na França.
Analistas do setor alertam que a implementação gradual do novo Sistema Biométrico de Entrada/Saída (EES) da UE, prevista para 10 de julho, pode causar novos gargalos nas fronteiras francesas caso o número de funcionários não seja ampliado. A Airports of Paris (ADP) anunciou que abrirá mais guichês na imigração e realocará funcionários de áreas menos críticas, antecipando um aumento no fluxo de passageiros ainda este mês.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a recomendação é clara: incluir margens extras nos roteiros de julho, incentivar os viajantes a monitorar os aplicativos das companhias aéreas em tempo real e manter opções de backup ferroviário disponíveis. Os empregadores também podem lembrar os funcionários sobre os direitos previstos no EU261, já que a compensação por embarque negado pode cobrir custos inesperados, como uma noite de hotel ou passagem de trem para continuidade da viagem.
O aeroporto de Nice-Côte d’Azur foi o mais prejudicado, perdendo 21 rotações em um único dia — doze delas em voos da easyJet para destinos turísticos do Mediterrâneo. No CDG, a Air France cancelou sete partidas e registrou quase 200 decolagens atrasadas, enquanto Lufthansa, British Airways, Cityjet e KLM cancelaram pelo menos um voo cada. Com o início das férias escolares, formaram-se longas filas nos balcões de remarcação, e os passageiros correram para garantir assentos na rede ferroviária de alta velocidade TGV da França. A SNCF confirmou um aumento nas reservas de última hora entre Paris, Lyon e Toulouse, à medida que os viajantes buscavam alternativas.
De acordo com o Regulamento da UE 261/2004, passageiros cujos voos são cancelados por motivos sob controle da companhia aérea podem reivindicar entre €250 e €600 de compensação. Grupos de defesa do consumidor orientam os viajantes a guardar cartões de embarque e capturas de tela dos avisos de atraso para facilitar os pedidos de indenização. Para aliviar a pressão, as companhias ativaram acordos intermodais que permitem aos passageiros afetados trocar o voo pelo trem sem custo adicional, prática que se tornou comum durante as temporadas de greve na França.
Analistas do setor alertam que a implementação gradual do novo Sistema Biométrico de Entrada/Saída (EES) da UE, prevista para 10 de julho, pode causar novos gargalos nas fronteiras francesas caso o número de funcionários não seja ampliado. A Airports of Paris (ADP) anunciou que abrirá mais guichês na imigração e realocará funcionários de áreas menos críticas, antecipando um aumento no fluxo de passageiros ainda este mês.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a recomendação é clara: incluir margens extras nos roteiros de julho, incentivar os viajantes a monitorar os aplicativos das companhias aéreas em tempo real e manter opções de backup ferroviário disponíveis. Os empregadores também podem lembrar os funcionários sobre os direitos previstos no EU261, já que a compensação por embarque negado pode cobrir custos inesperados, como uma noite de hotel ou passagem de trem para continuidade da viagem.
Fonte: Nomad Lawyer
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