
O salário mínimo legal no Brasil subiu para R$ 1.621 por mês em 1º de janeiro de 2026 (Decreto 12.797/2025), um aumento de 6,7%. Enquanto as manchetes locais destacam o impacto no poder de compra interno, os efeitos na imigração são imediatos: várias categorias de visto, incluindo o VITEM V para contratação local e autorizações de estágio, têm seus critérios de elegibilidade baseados em múltiplos do salário mínimo.
Segundo as diretrizes do Ministério do Trabalho divulgadas em 5 de janeiro, os candidatos ao VITEM V contratados diretamente no Brasil devem agora receber pelo menos o dobro do novo mínimo — R$ 3.242 — salvo se houver aplicação de um teste de salário prevalente mais elevado. Vistos para serviços técnicos vinculados a projetos de curto prazo passaram a exigir um múltiplo de 1,5. As empresas devem atualizar os dados salariais no portal eSocial; o sistema não ajustará automaticamente contratos vigentes.
Empresas globais com início de contratos em janeiro devem emitir aditivos imediatamente, pois auditores de imigração podem rejeitar pedidos que utilizem valores desatualizados, mesmo que a solicitação tenha sido feita em dezembro. A Fragomen reporta um aumento de 15% nas solicitações de informações sobre conformidade salarial (RFIs) apenas na primeira semana de janeiro.
O aumento do piso salarial também pode impactar previsões orçamentárias para colaboradores transferidos sob o modelo local-plus no Brasil, onde o salário base segue a legislação local e os adicionais compõem o restante. As equipes de mobilidade podem precisar revisar calculadoras de custo de emprego e consultar assessores fiscais para garantir que as cláusulas de gross-up continuem válidas.
Embora o reajuste seja rotineiro e previsível, departamentos de RH que ignorarem essa correlação correm o risco de atrasos em vistos que podem comprometer o início de projetos, especialmente em polos industriais onde linhas de produção Just-In-Time dependem de engenheiros estrangeiros.
Segundo as diretrizes do Ministério do Trabalho divulgadas em 5 de janeiro, os candidatos ao VITEM V contratados diretamente no Brasil devem agora receber pelo menos o dobro do novo mínimo — R$ 3.242 — salvo se houver aplicação de um teste de salário prevalente mais elevado. Vistos para serviços técnicos vinculados a projetos de curto prazo passaram a exigir um múltiplo de 1,5. As empresas devem atualizar os dados salariais no portal eSocial; o sistema não ajustará automaticamente contratos vigentes.
Empresas globais com início de contratos em janeiro devem emitir aditivos imediatamente, pois auditores de imigração podem rejeitar pedidos que utilizem valores desatualizados, mesmo que a solicitação tenha sido feita em dezembro. A Fragomen reporta um aumento de 15% nas solicitações de informações sobre conformidade salarial (RFIs) apenas na primeira semana de janeiro.
O aumento do piso salarial também pode impactar previsões orçamentárias para colaboradores transferidos sob o modelo local-plus no Brasil, onde o salário base segue a legislação local e os adicionais compõem o restante. As equipes de mobilidade podem precisar revisar calculadoras de custo de emprego e consultar assessores fiscais para garantir que as cláusulas de gross-up continuem válidas.
Embora o reajuste seja rotineiro e previsível, departamentos de RH que ignorarem essa correlação correm o risco de atrasos em vistos que podem comprometer o início de projetos, especialmente em polos industriais onde linhas de produção Just-In-Time dependem de engenheiros estrangeiros.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News