
Uma disputa trabalhista latente na ITA Airways ganhou um novo capítulo em 16 de janeiro, quando a companhia aérea solicitou à autoridade italiana de aviação civil (ENAC) o adiamento de uma reunião decisiva com a empresa de manutenção Atitech para 29 de janeiro. Os sindicatos Filt-CGIL, Fit-CISL, UILTrasporti e UGL Trasporto Aereo emitiram uma declaração conjunta acusando a companhia de colocar em risco uma solução definitiva para os conflitos sobre pessoal e terceirização, que já provocaram greves espontâneas em Milão Linate e Nápoles.
O cerne da disputa está na reestruturação dos contratos de manutenção, reparo e revisão (MRO) herdados da Alitalia. A Atitech alega que tarefas críticas foram transferidas para fornecedores terceirizados, comprometendo a segurança no emprego de seus trabalhadores. O conflito se intensificou em 14 de janeiro, quando os sindicatos anunciaram uma greve de 24 horas no serviço de manuseio em solo para 16 de fevereiro, durante a Semana de Moda de Milão, um período de alta demanda para viagens corporativas.
Embora ainda não tenham sido anunciados cancelamentos imediatos de voos, gestores de viagens já relatam queda nas reservas para fevereiro na lucrativa rota Milão-Roma. Empresas que dependem do aeroporto de Linate para rotação de tripulação ou transporte de cargas valiosas devem considerar alternativas, como o trem de alta velocidade ou voos redirecionados via Bolonha e Turim.
Especialistas recomendam incluir cláusulas flexíveis de remarcação nos bilhetes de fevereiro, informar os viajantes sobre os direitos previstos no regulamento EU-261 e acompanhar atentamente as atualizações da ENAC. Caso as negociações de 29 de janeiro fracassem, os sindicatos indicam a possibilidade de uma greve nacional de 48 horas em março, que coincidiria com vários eventos de feiras comerciais no norte da Itália.
O cerne da disputa está na reestruturação dos contratos de manutenção, reparo e revisão (MRO) herdados da Alitalia. A Atitech alega que tarefas críticas foram transferidas para fornecedores terceirizados, comprometendo a segurança no emprego de seus trabalhadores. O conflito se intensificou em 14 de janeiro, quando os sindicatos anunciaram uma greve de 24 horas no serviço de manuseio em solo para 16 de fevereiro, durante a Semana de Moda de Milão, um período de alta demanda para viagens corporativas.
Embora ainda não tenham sido anunciados cancelamentos imediatos de voos, gestores de viagens já relatam queda nas reservas para fevereiro na lucrativa rota Milão-Roma. Empresas que dependem do aeroporto de Linate para rotação de tripulação ou transporte de cargas valiosas devem considerar alternativas, como o trem de alta velocidade ou voos redirecionados via Bolonha e Turim.
Especialistas recomendam incluir cláusulas flexíveis de remarcação nos bilhetes de fevereiro, informar os viajantes sobre os direitos previstos no regulamento EU-261 e acompanhar atentamente as atualizações da ENAC. Caso as negociações de 29 de janeiro fracassem, os sindicatos indicam a possibilidade de uma greve nacional de 48 horas em março, que coincidiria com vários eventos de feiras comerciais no norte da Itália.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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