
Os três principais sindicatos ferroviários da Bélgica confirmaram uma greve nacional que causará grandes transtornos a partir das 22h de domingo, 25 de janeiro, até o último trem de sexta-feira, 30 de janeiro. A paralisação é uma resposta ao projeto de reforma da governança ferroviária do governo, que, segundo os sindicatos, enfraquecerá os direitos de negociação coletiva e piorará as condições de trabalho na operadora de passageiros SNCB/NMBS, na gestora de infraestrutura Infrabel e na holding HR Rail.
A SNCB informou que divulgará horários reduzidos com 24 horas de antecedência em seu site e aplicativo, mas alerta que o nível de serviço dependerá do número de funcionários que se declararem indisponíveis. Experiências anteriores indicam que as linhas de transporte urbano em torno de Bruxelas, Antuérpia e Liège poderão ter a frequência reduzida para até um trem por hora, enquanto as linhas rurais podem ficar sem serviço.
O tráfego internacional também está em risco. Eurostar, Thalys-TGV INOUÏ, ICE e serviços EC/IC que utilizam as vias belgas foram orientados a preparar planos de contingência, incluindo possíveis cancelamentos de trens em curto prazo ou desvios via Holanda ou Luxemburgo. Passageiros com conexões aéreas podem precisar recorrer a ônibus ou táxis, e as empresas devem revisar seus procedimentos de cuidado para viagens com horários críticos.
A greve coincidirá com uma paralisação separada na operadora de ônibus valã LETEC, aumentando a possibilidade de interrupções multimodais em todo o país. Comerciantes e fabricantes que dependem dos corredores ferroviários de carga ‘just-in-time’ pelo Porto de Antuérpia já estão desviando cargas para caminhões, mas associações de logística alertam que a capacidade rodoviária pode ficar saturada caso as condições climáticas piorem.
Com as negociações travadas, analistas de mobilidade recomendam que as empresas se preparem para um período prolongado de conflitos trabalhistas no setor de transportes da Bélgica, enquanto o governo avança com reformas estruturais para alinhar as finanças ferroviárias às regras de concorrência da União Europeia.
A SNCB informou que divulgará horários reduzidos com 24 horas de antecedência em seu site e aplicativo, mas alerta que o nível de serviço dependerá do número de funcionários que se declararem indisponíveis. Experiências anteriores indicam que as linhas de transporte urbano em torno de Bruxelas, Antuérpia e Liège poderão ter a frequência reduzida para até um trem por hora, enquanto as linhas rurais podem ficar sem serviço.
O tráfego internacional também está em risco. Eurostar, Thalys-TGV INOUÏ, ICE e serviços EC/IC que utilizam as vias belgas foram orientados a preparar planos de contingência, incluindo possíveis cancelamentos de trens em curto prazo ou desvios via Holanda ou Luxemburgo. Passageiros com conexões aéreas podem precisar recorrer a ônibus ou táxis, e as empresas devem revisar seus procedimentos de cuidado para viagens com horários críticos.
A greve coincidirá com uma paralisação separada na operadora de ônibus valã LETEC, aumentando a possibilidade de interrupções multimodais em todo o país. Comerciantes e fabricantes que dependem dos corredores ferroviários de carga ‘just-in-time’ pelo Porto de Antuérpia já estão desviando cargas para caminhões, mas associações de logística alertam que a capacidade rodoviária pode ficar saturada caso as condições climáticas piorem.
Com as negociações travadas, analistas de mobilidade recomendam que as empresas se preparem para um período prolongado de conflitos trabalhistas no setor de transportes da Bélgica, enquanto o governo avança com reformas estruturais para alinhar as finanças ferroviárias às regras de concorrência da União Europeia.
Fonte: The Brussels Times