
O órgão regulador da aviação da Índia intensificou a fiscalização das companhias aéreas, revelando que emitiu 352 notificações de explicação por violações relacionadas à segurança, escalas de trabalho e direitos do consumidor entre 2024 e 2025. Dados apresentados no Rajya Sabha em 9 de fevereiro de 2026 mostram que a IndiGo lidera a lista com 98 notificações, seguida pela Air India (84) e Air India Express (65). Penalidades foram aplicadas em 139 casos, enquanto 113 resultaram em advertências formais.
Embora os dados abrangam os dois últimos anos, gestores de mobilidade afirmam que o momento da divulgação — em meio a cancelamentos relacionados ao clima e transições nas regras de jornada dos pilotos — envia uma mensagem clara de que a Diretoria Geral de Aviação Civil (DGCA) manterá a pressão em 2026.
Para programas de viagens corporativas, o anúncio reforça a necessidade de monitorar a confiabilidade operacional das companhias aéreas e manter contratos de contingência com transportadoras alternativas. Os números também respaldam a recente decisão da DGCA de conceder à IndiGo apenas uma isenção temporária das novas regras de Limitação do Tempo de Voo (FDTL) até 10 de fevereiro, exigindo relatórios quinzenais de progresso.
Especialistas em gestão de riscos de viagem recomendam atualizar os painéis de monitoramento de viajantes para sinalizar trechos operados por companhias frequentemente notificadas e orientar os funcionários sobre seus direitos a reacomodação e compensação conforme a Seção 3, Série M das Normas de Aviação Civil da Índia.
A longo prazo, analistas esperam que o regulador vincule futuras alocações de slots e aprovações de expansão de frota ao histórico de conformidade de cada companhia aérea, uma mudança que pode transformar o planejamento de redes e as negociações de tarifas para empresas multinacionais.
Embora os dados abrangam os dois últimos anos, gestores de mobilidade afirmam que o momento da divulgação — em meio a cancelamentos relacionados ao clima e transições nas regras de jornada dos pilotos — envia uma mensagem clara de que a Diretoria Geral de Aviação Civil (DGCA) manterá a pressão em 2026.
Para programas de viagens corporativas, o anúncio reforça a necessidade de monitorar a confiabilidade operacional das companhias aéreas e manter contratos de contingência com transportadoras alternativas. Os números também respaldam a recente decisão da DGCA de conceder à IndiGo apenas uma isenção temporária das novas regras de Limitação do Tempo de Voo (FDTL) até 10 de fevereiro, exigindo relatórios quinzenais de progresso.
Especialistas em gestão de riscos de viagem recomendam atualizar os painéis de monitoramento de viajantes para sinalizar trechos operados por companhias frequentemente notificadas e orientar os funcionários sobre seus direitos a reacomodação e compensação conforme a Seção 3, Série M das Normas de Aviação Civil da Índia.
A longo prazo, analistas esperam que o regulador vincule futuras alocações de slots e aprovações de expansão de frota ao histórico de conformidade de cada companhia aérea, uma mudança que pode transformar o planejamento de redes e as negociações de tarifas para empresas multinacionais.
Fonte: The Economic Times