
Frankfurt – A tensão trabalhista no Grupo Lufthansa está aumentando novamente. No dia 17 de fevereiro de 2026, o sindicato dos pilotos Vereinigung Cockpit (VC) anunciou que solicitou uma votação formal para greve entre os cerca de 500 tripulantes da cabine da companhia regional CityLine, após o fracasso nas negociações salariais.
A equipe de negociação do VC afirma que a direção ofereceu apenas um congelamento salarial, a menos que fossem encontradas “economias compensatórias” em outras áreas. O sindicato exige aumentos anuais de 3,3% para 2024-2026, argumentando que os pilotos da CityLine já ganham abaixo da média do grupo, apesar de operarem rotas regionais intensas para os hubs da Alemanha. A votação deve ser concluída em poucos dias; um resultado de 70% a favor permitiria greves com apenas 48 horas de aviso, podendo afetar voos de conexão para Frankfurt e Munique em março.
O momento é delicado. A Lufthansa planeja encerrar as operações da CityLine no próximo ano e transferir as rotas para a recém-criada Lufthansa City Airlines. O VC teme que essa transição seja usada para enfraquecer os padrões atuais de negociação coletiva, acusação que a empresa nega. A tripulação de cabine representada pelo sindicato UFO realizou uma greve de advertência de um dia em 12 de fevereiro, cancelando dezenas de voos e evidenciando a fragilidade operacional na rede regional do grupo.
Para os gestores de viagens corporativas, a possibilidade de uma paralisação na primavera traz ainda mais incertezas, após um inverno marcado por cancelamentos devido ao clima e greves na segurança dos aeroportos. As medidas de contingência incluem maior uso do transporte ferroviário para conexões domésticas, políticas flexíveis de bilhetes e reencaminhamento proativo via companhias parceiras da Star Alliance.
Mesmo que um acordo seja alcançado, o conflito evidencia uma tendência mais ampla na aviação alemã: os sindicatos estão aproveitando a escassez aguda de pilotos e a alta demanda para recuperar perdas salariais reais dos anos de pandemia. Empresas multinacionais com operações na Alemanha devem acompanhar de perto os calendários de negociação, já que rodadas salariais semelhantes na Eurowings e em subsidiárias de serviços de solo estão previstas para o segundo trimestre.
A equipe de negociação do VC afirma que a direção ofereceu apenas um congelamento salarial, a menos que fossem encontradas “economias compensatórias” em outras áreas. O sindicato exige aumentos anuais de 3,3% para 2024-2026, argumentando que os pilotos da CityLine já ganham abaixo da média do grupo, apesar de operarem rotas regionais intensas para os hubs da Alemanha. A votação deve ser concluída em poucos dias; um resultado de 70% a favor permitiria greves com apenas 48 horas de aviso, podendo afetar voos de conexão para Frankfurt e Munique em março.
O momento é delicado. A Lufthansa planeja encerrar as operações da CityLine no próximo ano e transferir as rotas para a recém-criada Lufthansa City Airlines. O VC teme que essa transição seja usada para enfraquecer os padrões atuais de negociação coletiva, acusação que a empresa nega. A tripulação de cabine representada pelo sindicato UFO realizou uma greve de advertência de um dia em 12 de fevereiro, cancelando dezenas de voos e evidenciando a fragilidade operacional na rede regional do grupo.
Para os gestores de viagens corporativas, a possibilidade de uma paralisação na primavera traz ainda mais incertezas, após um inverno marcado por cancelamentos devido ao clima e greves na segurança dos aeroportos. As medidas de contingência incluem maior uso do transporte ferroviário para conexões domésticas, políticas flexíveis de bilhetes e reencaminhamento proativo via companhias parceiras da Star Alliance.
Mesmo que um acordo seja alcançado, o conflito evidencia uma tendência mais ampla na aviação alemã: os sindicatos estão aproveitando a escassez aguda de pilotos e a alta demanda para recuperar perdas salariais reais dos anos de pandemia. Empresas multinacionais com operações na Alemanha devem acompanhar de perto os calendários de negociação, já que rodadas salariais semelhantes na Eurowings e em subsidiárias de serviços de solo estão previstas para o segundo trimestre.
Fonte: BILD