
O sindicato Verdi convocou uma greve de 48 horas a partir de sexta-feira, 27 de fevereiro, envolvendo 100 mil motoristas de ônibus municipais, bondes e metrôs, após a paralisação das negociações salariais com as autoridades locais. A paralisação deve ocorrer na maioria dos estados federais, exceto Saxônia-Anhalt e Mecklenburg-Pomerânia Ocidental, ameaçando causar grandes transtornos no fluxo de passageiros e nas viagens de negócios.
Aeroportos e serviços ferroviários de longa distância não serão diretamente afetados, mas greves anteriores mostraram efeitos indiretos, com viajantes migrando para trens intermunicipais e aluguel de carros. Empresas com funcionários deslocados no país são aconselhadas a ativar políticas de contingência para viagens, incluindo opções de trabalho remoto e subsídios para táxi, especialmente para colaboradores que precisam renovar permissões de residência em órgãos de imigração que podem estar com falta de pessoal.
O Verdi exige um aumento salarial acima da inflação e intervalos de turno mais curtos para enfrentar a escassez crônica de pessoal. A associação dos empregadores, VKA, afirma que as reivindicações são inviáveis sem subsídios federais. O impasse ocorre em meio ao “ano das greves” na Alemanha, com negociações iminentes nos setores químico, varejista e ferroviário — o que pode agravar ainda mais os problemas de mobilidade.
Consultores de risco em viagens recomendam que as empresas orientem seus viajantes sobre rotas alternativas e incluam tempo extra para cruzamentos de fronteira na área Schengen por via terrestre, que podem registrar aumento no tráfego. O RH também deve revisar cláusulas de força maior em contratos de deslocamento, especialmente quando a disponibilidade de transporte é crucial para o cumprimento das obrigações.
Aeroportos e serviços ferroviários de longa distância não serão diretamente afetados, mas greves anteriores mostraram efeitos indiretos, com viajantes migrando para trens intermunicipais e aluguel de carros. Empresas com funcionários deslocados no país são aconselhadas a ativar políticas de contingência para viagens, incluindo opções de trabalho remoto e subsídios para táxi, especialmente para colaboradores que precisam renovar permissões de residência em órgãos de imigração que podem estar com falta de pessoal.
O Verdi exige um aumento salarial acima da inflação e intervalos de turno mais curtos para enfrentar a escassez crônica de pessoal. A associação dos empregadores, VKA, afirma que as reivindicações são inviáveis sem subsídios federais. O impasse ocorre em meio ao “ano das greves” na Alemanha, com negociações iminentes nos setores químico, varejista e ferroviário — o que pode agravar ainda mais os problemas de mobilidade.
Consultores de risco em viagens recomendam que as empresas orientem seus viajantes sobre rotas alternativas e incluam tempo extra para cruzamentos de fronteira na área Schengen por via terrestre, que podem registrar aumento no tráfego. O RH também deve revisar cláusulas de força maior em contratos de deslocamento, especialmente quando a disponibilidade de transporte é crucial para o cumprimento das obrigações.
Fonte: The Local Germany