
O Aeroporto Brussels South Charleroi (CRL) alertou os passageiros para chegarem com três horas de antecedência antes do embarque, após a expansão de 1.700 m² da sua zona central de segurança, que entrou em funcionamento em 30 de março. Os novos scanners foram projetados para aumentar a capacidade a longo prazo, mas a transição gerou um gargalo que reduziu significativamente a capacidade nos horários de pico nesta semana. Para as companhias aéreas de baixo custo Ryanair e Wizz Air — que juntas operam mais de 80% dos voos do CRL — os atrasos comprometem as rápidas conexões de 25 minutos e podem causar atrasos em toda a rede. Os lojistas reclamam que os passageiros presos nas filas de segurança estão gastando menos nas áreas comerciais, prejudicando uma fonte crucial de receita que subsidia as taxas de pouso. O momento é delicado: o aeroporto escapou por pouco da insolvência no último inverno e conta com bons resultados no verão. A administração afirma que os problemas iniciais devem ser resolvidos em “algumas semanas”, mas os sindicatos preveem que a congestão pode persistir caso a calibração do software dos novos equipamentos demore. Viajantes a negócios que usam Charleroi como alternativa econômica ao Aeroporto de Bruxelas devem considerar um tempo extra ou conexões trem-avião via Bruxelas-Midi. Empresas com políticas rígidas de SLA para viagens podem precisar de isenções temporárias para os indicadores de pontualidade.
Fonte: World Today News