
Uma greve ilimitada dos trabalhadores da CGT-RATP, iniciada às 19h do dia 28 de setembro, segue até 1º de outubro, causando grandes transtornos no metrô de Paris, nas linhas suburbanas RER e nas redes de ônibus. Dados do monitor de greve indicam redução na frequência de 10 linhas de metrô e fechamento parcial das linhas RER A e B durante o pico da manhã. Embora a lei de serviço mínimo garanta cerca de um trem a cada três, foram relatadas superlotação e aumento do tempo de viagem em até 45 minutos.
Causas principais. A paralisação gira em torno da indexação salarial e da flexibilidade das escalas, em vista da renovação do contrato de serviço de 2027 entre o Estado e a Île-de-France Mobilités. Os sindicatos também se opõem à terceirização das linhas de ônibus, exigida pela legislação europeia de concorrência. As negociações mediadas pelo prefeito regional fracassaram em 30 de setembro, e nenhuma nova reunião está agendada.
Impacto para viajantes a negócios.
• As conexões entre o aeroporto Charles-de-Gaulle e o centro de Paris via RER B operam com 50% da capacidade; táxis e serviços de transporte por aplicativo aplicam tarifas dinâmicas.
• Os serviços Eurostar e TGV não foram afetados, mas o tempo de transferência na Gare du Nord aumentou.
• Eventos em La Défense e Paris Expo Porte de Versailles registram ausência de 12% dos participantes, segundo o escritório de convenções.
Recomendações para minimizar impactos. Os empregadores devem autorizar despesas com táxis durante os horários de pico, incentivar o teletrabalho sempre que possível e alertar os funcionários sobre possíveis falhas no recarregamento do cartão Navigo, após uma interrupção de duas horas nos servidores de pagamento da IDFM na manhã de quinta-feira. Visitantes podem utilizar as linhas de tramway T3a/b e os serviços de bicicletas compartilhadas, que continuam operando.
Perspectivas. A greve é oficialmente “ilimitada”; fontes internas indicam que pode durar até pelo menos 5 de outubro, a menos que a direção aceite reabrir as negociações salariais. Uma greve nacional mais ampla no setor público está marcada para 13 de outubro, aumentando a possibilidade de transtornos acumulados.
Causas principais. A paralisação gira em torno da indexação salarial e da flexibilidade das escalas, em vista da renovação do contrato de serviço de 2027 entre o Estado e a Île-de-France Mobilités. Os sindicatos também se opõem à terceirização das linhas de ônibus, exigida pela legislação europeia de concorrência. As negociações mediadas pelo prefeito regional fracassaram em 30 de setembro, e nenhuma nova reunião está agendada.
Impacto para viajantes a negócios.
• As conexões entre o aeroporto Charles-de-Gaulle e o centro de Paris via RER B operam com 50% da capacidade; táxis e serviços de transporte por aplicativo aplicam tarifas dinâmicas.
• Os serviços Eurostar e TGV não foram afetados, mas o tempo de transferência na Gare du Nord aumentou.
• Eventos em La Défense e Paris Expo Porte de Versailles registram ausência de 12% dos participantes, segundo o escritório de convenções.
Recomendações para minimizar impactos. Os empregadores devem autorizar despesas com táxis durante os horários de pico, incentivar o teletrabalho sempre que possível e alertar os funcionários sobre possíveis falhas no recarregamento do cartão Navigo, após uma interrupção de duas horas nos servidores de pagamento da IDFM na manhã de quinta-feira. Visitantes podem utilizar as linhas de tramway T3a/b e os serviços de bicicletas compartilhadas, que continuam operando.
Perspectivas. A greve é oficialmente “ilimitada”; fontes internas indicam que pode durar até pelo menos 5 de outubro, a menos que a direção aceite reabrir as negociações salariais. Uma greve nacional mais ampla no setor público está marcada para 13 de outubro, aumentando a possibilidade de transtornos acumulados.
Fonte: Strike Tracker
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