
O Grupo Lufthansa anunciou planos para aumentar a capacidade de voos de longa distância em seis por cento em 2026, apoiado na entrega de uma nova aeronave wide-body aproximadamente a cada duas semanas. A estratégia, revelada em 18 de dezembro, visa restaurar a oferta da companhia para 98% dos níveis pré-pandemia, concentrando a expansão em rotas intercontinentais lucrativas.
O CEO Carsten Spohr afirmou aos analistas que o crescimento em voos de curta distância será “disciplinado” devido ao aumento dos impostos sobre viagens aéreas na Alemanha e à escassez de slots, mas a companhia vê uma demanda reprimida de clientes corporativos da Ásia-Pacífico e do segmento premium de lazer no Atlântico Norte. A Lufthansa pretende usar as novas aeronaves para aumentar a frequência nas rotas Frankfurt–Singapura, Munique–Los Angeles e Zurique–Tóquio já na temporada de verão da IATA de 2026, com serviços totalmente novos previstos para 2027.
Para gestores de viagens, mais capacidade geralmente significa melhor disponibilidade em classes executivas e maior poder de negociação na renovação de contratos corporativos. No entanto, Spohr indicou que as ferramentas de gestão de receita vão priorizar preços dinâmicos, o que pode tornar as janelas de compra antecipada ainda essenciais para garantir tarifas promocionais na classe C.
A expansão ocorre enquanto a Lufthansa finaliza um acordo coletivo de trabalho em regime parcial com o sindicato de comissários UFO, visando melhorar a flexibilidade das escalas e reduzir custos com afastamentos por doença. O acordo pode fortalecer a confiabilidade operacional — um ponto crítico para multinacionais após os cancelamentos causados pela greve do último inverno.
Ainda há riscos: atrasos nas entregas da Boeing e Airbus já empurraram algumas entregas dos modelos A350 e 787 para o final de 2026, e qualquer atraso pode reduzir a capacidade na alta temporada. Mesmo assim, empresas alemãs com operações no Pacífico ou América Latina devem esperar mais opções diretas que podem reduzir horas em rotas com múltiplas conexões por outros hubs europeus.
O CEO Carsten Spohr afirmou aos analistas que o crescimento em voos de curta distância será “disciplinado” devido ao aumento dos impostos sobre viagens aéreas na Alemanha e à escassez de slots, mas a companhia vê uma demanda reprimida de clientes corporativos da Ásia-Pacífico e do segmento premium de lazer no Atlântico Norte. A Lufthansa pretende usar as novas aeronaves para aumentar a frequência nas rotas Frankfurt–Singapura, Munique–Los Angeles e Zurique–Tóquio já na temporada de verão da IATA de 2026, com serviços totalmente novos previstos para 2027.
Para gestores de viagens, mais capacidade geralmente significa melhor disponibilidade em classes executivas e maior poder de negociação na renovação de contratos corporativos. No entanto, Spohr indicou que as ferramentas de gestão de receita vão priorizar preços dinâmicos, o que pode tornar as janelas de compra antecipada ainda essenciais para garantir tarifas promocionais na classe C.
A expansão ocorre enquanto a Lufthansa finaliza um acordo coletivo de trabalho em regime parcial com o sindicato de comissários UFO, visando melhorar a flexibilidade das escalas e reduzir custos com afastamentos por doença. O acordo pode fortalecer a confiabilidade operacional — um ponto crítico para multinacionais após os cancelamentos causados pela greve do último inverno.
Ainda há riscos: atrasos nas entregas da Boeing e Airbus já empurraram algumas entregas dos modelos A350 e 787 para o final de 2026, e qualquer atraso pode reduzir a capacidade na alta temporada. Mesmo assim, empresas alemãs com operações no Pacífico ou América Latina devem esperar mais opções diretas que podem reduzir horas em rotas com múltiplas conexões por outros hubs europeus.
Fonte: Reuters
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