
Novos dados divulgados na sexta-feira (26 de dezembro de 2025) mostram que sete dias de greve no Aeroporto de Bruxelas neste ano resultaram no cancelamento de 2.395 voos e afetaram cerca de 330 mil passageiros. O deputado belga Kjell Vander Elst afirmou que cada dia de paralisação causou um prejuízo de €25 milhões à economia nacional, totalizando quase €175 milhões no ano.
As greves — realizadas por operadores de solo, controladores de tráfego aéreo e sindicatos do setor público em protesto contra reformas salariais e de pensão — impactaram toda a extensa rede intercontinental do aeroporto. Companhias aéreas redirecionaram aviões de grande porte para Amsterdã e Paris, enquanto gestores de viagens corporativas correram para remarcar funcionários por aeroportos secundários em Antuérpia e Liège. Viajantes enfrentaram filas nos balcões para reacomodação e, em muitos casos, não receberam a compensação prevista pelo regulamento europeu EU261, já que as paralisações foram consideradas “circunstâncias extraordinárias”.
A administração do aeroporto alerta que o dano à reputação pode afastar companhias aéreas de abrir novas rotas, justamente quando Bruxelas busca atrair mais voos da América do Norte e Ásia. O governo federal sinalizou que pretende dobrar a taxa sobre passageiros aéreos para €10 até 2027, medida que críticos afirmam enfraquecer ainda mais a competitividade.
Para as equipes de mobilidade global, o principal risco é a confiabilidade. Planejadores de deslocamentos devem evitar conexões apertadas no mesmo dia via Bruxelas e reservar orçamentos de contingência para possíveis greves em 2026; os sindicatos já indicaram novas paralisações caso as negociações sobre a reforma da pensão não avancem na primavera. Viajantes também devem observar que algumas seguradoras passaram a excluir custos relacionados a greves das apólices padrão, a menos que um adicional seja contratado.
Enquanto isso, operadores de carga pressionam por status de isenção durante greves, citando produtos perecíveis e farmacêuticos que transitam pelo “corredor farmacêutico” da Bélgica. O debate político sobre o equilíbrio entre direitos trabalhistas e a resiliência de infraestruturas críticas deve se intensificar antes das eleições regionais em junho de 2026.
As greves — realizadas por operadores de solo, controladores de tráfego aéreo e sindicatos do setor público em protesto contra reformas salariais e de pensão — impactaram toda a extensa rede intercontinental do aeroporto. Companhias aéreas redirecionaram aviões de grande porte para Amsterdã e Paris, enquanto gestores de viagens corporativas correram para remarcar funcionários por aeroportos secundários em Antuérpia e Liège. Viajantes enfrentaram filas nos balcões para reacomodação e, em muitos casos, não receberam a compensação prevista pelo regulamento europeu EU261, já que as paralisações foram consideradas “circunstâncias extraordinárias”.
A administração do aeroporto alerta que o dano à reputação pode afastar companhias aéreas de abrir novas rotas, justamente quando Bruxelas busca atrair mais voos da América do Norte e Ásia. O governo federal sinalizou que pretende dobrar a taxa sobre passageiros aéreos para €10 até 2027, medida que críticos afirmam enfraquecer ainda mais a competitividade.
Para as equipes de mobilidade global, o principal risco é a confiabilidade. Planejadores de deslocamentos devem evitar conexões apertadas no mesmo dia via Bruxelas e reservar orçamentos de contingência para possíveis greves em 2026; os sindicatos já indicaram novas paralisações caso as negociações sobre a reforma da pensão não avancem na primavera. Viajantes também devem observar que algumas seguradoras passaram a excluir custos relacionados a greves das apólices padrão, a menos que um adicional seja contratado.
Enquanto isso, operadores de carga pressionam por status de isenção durante greves, citando produtos perecíveis e farmacêuticos que transitam pelo “corredor farmacêutico” da Bélgica. O debate político sobre o equilíbrio entre direitos trabalhistas e a resiliência de infraestruturas críticas deve se intensificar antes das eleições regionais em junho de 2026.