
Viajantes de fim de ano que esperavam uma partida tranquila do maior aeroporto do Brasil acordaram em 30 de dezembro com os painéis de embarque dominados pelo vermelho. Até as 10h, horário local, São Paulo/Guarulhos (GRU) registrava 90 voos atrasados e 11 cancelamentos. Chuvas torrenciais durante a noite alagaram dois portões remotos, obrigando os operadores de solo a reorganizar os portões, enquanto uma inesperada falta de controladores de tráfego aéreo no turno da noite causava uma reprogramação em cascata dos slots.
As companhias domésticas LATAM Brasil e Azul foram as mais afetadas, mas as parceiras de voos internacionais American Airlines, Iberia e TAP também relataram atrasos consequentes após aeronaves chegarem fora do horário previsto para retorno. A operadora GRU Airport alertou que o reposicionamento de equipamentos e os limites de jornada das tripulações podem gerar efeitos em cadeia por até dois dias.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a interrupção ocorreu no pior momento: entre o Natal e o Ano Novo, a taxa de ocupação costuma ultrapassar 95%, deixando pouca margem para remarcações. A Deloitte Brasil transferiu uma reunião em Miami para o formato online após sócios seniores perderem a única conexão viável; outras empresas correram para ativar planos de trabalho remoto.
O PROCON, órgão de defesa do consumidor, lembrou às companhias aéreas das obrigações da Resolução 400, que prevê fornecimento de alimentação após uma hora de atraso e hospedagem após quatro horas. Os viajantes são orientados a guardar recibos, já que muitas apólices corporativas acionam compensações após atrasos superiores a seis horas.
Dicas práticas para RH: autorize os viajantes a reservar sua própria acomodação quando as filas das companhias aéreas ultrapassarem uma hora, verifique previamente rotas alternativas via Rio/Galeão ou Viracopos, e confirme se vistos ou autorizações de trânsito continuam válidos para o itinerário estendido.
As companhias domésticas LATAM Brasil e Azul foram as mais afetadas, mas as parceiras de voos internacionais American Airlines, Iberia e TAP também relataram atrasos consequentes após aeronaves chegarem fora do horário previsto para retorno. A operadora GRU Airport alertou que o reposicionamento de equipamentos e os limites de jornada das tripulações podem gerar efeitos em cadeia por até dois dias.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a interrupção ocorreu no pior momento: entre o Natal e o Ano Novo, a taxa de ocupação costuma ultrapassar 95%, deixando pouca margem para remarcações. A Deloitte Brasil transferiu uma reunião em Miami para o formato online após sócios seniores perderem a única conexão viável; outras empresas correram para ativar planos de trabalho remoto.
O PROCON, órgão de defesa do consumidor, lembrou às companhias aéreas das obrigações da Resolução 400, que prevê fornecimento de alimentação após uma hora de atraso e hospedagem após quatro horas. Os viajantes são orientados a guardar recibos, já que muitas apólices corporativas acionam compensações após atrasos superiores a seis horas.
Dicas práticas para RH: autorize os viajantes a reservar sua própria acomodação quando as filas das companhias aéreas ultrapassarem uma hora, verifique previamente rotas alternativas via Rio/Galeão ou Viracopos, e confirme se vistos ou autorizações de trânsito continuam válidos para o itinerário estendido.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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