
Companhias aéreas enfrentaram caos durante a noite após o Irã fechar inesperadamente seu espaço aéreo para quase todo o tráfego por cinco horas entre 14 e 15 de janeiro, citando “considerações de segurança” não especificadas em meio ao aumento das tensões com Washington. Dados de rastreamento de voos do Flightradar24 e alertas da FAA mostram que companhias como Air India e Turkish Airlines desviaram ou atrasaram dezenas de voos, enquanto operadores dos EUA redirecionaram cargas e voos de reposicionamento ao redor do Golfo Pérsico. O Irã suspendeu a restrição pouco antes das 03h00 GMT, mas aéreas europeias como Lufthansa, British Airways e KLM afirmaram que continuarão evitando os corredores iraniano e iraquiano por tempo indeterminado.
A interrupção traz à tona lembranças de 2020, quando uma bateria de mísseis iraniana derrubou por engano o voo PS752 da Ukraine International Airlines, matando 176 pessoas. Consultorias de risco em viagens corporativas, como Safe Airspace e International SOS, elevaram suas avaliações de ameaça para sobrevoos na região, alertando que erros de cálculo em meio a possíveis ataques dos EUA continuam sendo um risco “grave”. Os desvios acrescentam até 45 minutos e dezenas de milhares de dólares em combustível por trecho de longa distância, custos que provavelmente refletirão em taxas adicionais mais altas.
Para multinacionais americanas com funcionários na Índia, Oriente Médio e África, gestores de viagens devem esperar tempos de voo mais longos e possíveis conexões perdidas em hubs europeus. As companhias aéreas podem impor embargo temporário de bagagens para compensar o combustível extra. Equipes de mobilidade com colaboradores nos países do Conselho de Cooperação do Golfo são aconselhadas a revisar planos de evacuação e rotas alternativas caso os conflitos se intensifiquem.
Seguradoras destacam que os prêmios de risco de guerra para voos na região já aumentaram 15% em relação ao ano anterior, e novos picos podem impactar os preços do transporte aéreo de cargas de alto valor. O incidente reforça a necessidade de ferramentas de rastreamento de voos em tempo real e localização de funcionários, à medida que pontos de tensão geopolítica se cruzam cada vez mais com rotas da aviação comercial.
A interrupção traz à tona lembranças de 2020, quando uma bateria de mísseis iraniana derrubou por engano o voo PS752 da Ukraine International Airlines, matando 176 pessoas. Consultorias de risco em viagens corporativas, como Safe Airspace e International SOS, elevaram suas avaliações de ameaça para sobrevoos na região, alertando que erros de cálculo em meio a possíveis ataques dos EUA continuam sendo um risco “grave”. Os desvios acrescentam até 45 minutos e dezenas de milhares de dólares em combustível por trecho de longa distância, custos que provavelmente refletirão em taxas adicionais mais altas.
Para multinacionais americanas com funcionários na Índia, Oriente Médio e África, gestores de viagens devem esperar tempos de voo mais longos e possíveis conexões perdidas em hubs europeus. As companhias aéreas podem impor embargo temporário de bagagens para compensar o combustível extra. Equipes de mobilidade com colaboradores nos países do Conselho de Cooperação do Golfo são aconselhadas a revisar planos de evacuação e rotas alternativas caso os conflitos se intensifiquem.
Seguradoras destacam que os prêmios de risco de guerra para voos na região já aumentaram 15% em relação ao ano anterior, e novos picos podem impactar os preços do transporte aéreo de cargas de alto valor. O incidente reforça a necessidade de ferramentas de rastreamento de voos em tempo real e localização de funcionários, à medida que pontos de tensão geopolítica se cruzam cada vez mais com rotas da aviação comercial.
Fonte: Reuters