
O Aeroporto de Sydney nomeou o escritório de arquitetura Grimshaw e a gigante da engenharia Mott MacDonald como consultores principais para um projeto de vários anos que unirá fisicamente os terminais domésticos T2 e T3 em um único complexo, com até 12 portões “flexíveis” capazes de operar voos internacionais.
A iniciativa de ligação dos terminais é o destaque do programa de investimentos de A$6 bilhões do aeroporto e está alinhada com o Plano Diretor que prevê 72 milhões de passageiros por ano até 2045. O CEO Scott Charlton afirmou que parcerias de design de longo prazo acelerarão as aprovações e proporcionarão “uma experiência mais fluida para os passageiros”, integrando o aeroporto atual ao modelo de terminal integrado do Western Sydney International.
Para os gestores de viagens, a integração promete conexões mais rápidas entre voos da Qantas e Virgin Australia, triagem de segurança simplificada e a possibilidade de incluir trechos internacionais sem a necessidade de trocar de terminal — uma vantagem para itinerários em sistema hub-and-spoke. Detalhes sobre as fases da construção ainda não foram divulgados, mas os trabalhos iniciais de design, levantamentos do local e avaliações de risco já estão em andamento, com engajamento das partes interessadas previsto para o final de 2026.
As companhias aéreas devem ganhar maior flexibilidade operacional com os novos portões flexíveis, enquanto os lojistas esperam aumento no tempo de permanência dos passageiros no saguão ampliado. No entanto, interrupções temporárias nos portões e nas áreas de segurança durante a obra podem causar congestionamentos pontuais, por isso as empresas são aconselhadas a acompanhar possíveis ajustes de horários a partir de meados de 2027.
A iniciativa de ligação dos terminais é o destaque do programa de investimentos de A$6 bilhões do aeroporto e está alinhada com o Plano Diretor que prevê 72 milhões de passageiros por ano até 2045. O CEO Scott Charlton afirmou que parcerias de design de longo prazo acelerarão as aprovações e proporcionarão “uma experiência mais fluida para os passageiros”, integrando o aeroporto atual ao modelo de terminal integrado do Western Sydney International.
Para os gestores de viagens, a integração promete conexões mais rápidas entre voos da Qantas e Virgin Australia, triagem de segurança simplificada e a possibilidade de incluir trechos internacionais sem a necessidade de trocar de terminal — uma vantagem para itinerários em sistema hub-and-spoke. Detalhes sobre as fases da construção ainda não foram divulgados, mas os trabalhos iniciais de design, levantamentos do local e avaliações de risco já estão em andamento, com engajamento das partes interessadas previsto para o final de 2026.
As companhias aéreas devem ganhar maior flexibilidade operacional com os novos portões flexíveis, enquanto os lojistas esperam aumento no tempo de permanência dos passageiros no saguão ampliado. No entanto, interrupções temporárias nos portões e nas áreas de segurança durante a obra podem causar congestionamentos pontuais, por isso as empresas são aconselhadas a acompanhar possíveis ajustes de horários a partir de meados de 2027.
Fonte: Australian Aviation