
Transportadoras que movimentam cargas entre França e Reino Unido têm apenas uma semana para se adaptar a uma nova exigência digital de documentação. A Alfândega Francesa confirmou em 13 de abril que, a partir de 20 de abril de 2026, todo caminhão — carregado ou vazio — que utilizar a chamada Smart Border em Calais, Dunkirk ou no Eurotúnel deverá apresentar um código de barras ELO (Envelope Logistique Obligatoire) no check-in. Veículos sem o ELO correm o risco de ter o embarque recusado ou suas declarações aduaneiras rejeitadas durante o trânsito.
O ELO reúne todas as referências essenciais da fronteira — registros de segurança ENS, números MRN e dados de trânsito — em um único código escaneável vinculado ao caminhão durante toda a travessia. Embora o sistema esteja disponível no portal douane.gouv.fr desde abril de 2025, a adesão entre operadores menores ainda é irregular. Autoridades francesas reforçam que “um caminhão equivale a um ELO” e recomendam criar o envelope somente após a emissão da referência ENS para evitar inconsistências.
Empresas de logística devem revisar imediatamente seus procedimentos operacionais padrão. A sequência é fundamental: registrar a declaração de segurança do Import Control System 2 (ICS2), obter o MRN ENS, gerar o ELO e só então despachar o veículo. Qualquer falha nessa cadeia pode obrigar os motoristas a aguardarem em áreas de retenção, causando atrasos caros e perda de horários nos ferries.
A nova regra entra em vigor justamente quando o volume de tráfego pelo Canal da Mancha retorna aos níveis pré-Brexit e às vésperas do pico de frete do verão, ligado a projetos de construção para as Olimpíadas de Paris. O descumprimento pode comprometer cadeias de suprimentos just-in-time para fábricas automotivas no norte da França e centros de distribuição nas Midlands.
Operadores logísticos terceirizados (3PLs) devem testar suas interfaces de TI com a API da Alfândega ainda esta semana e treinar os motoristas para apresentar o código de barras — em papel ou digital — nos terminais de ferry franceses.
O ELO reúne todas as referências essenciais da fronteira — registros de segurança ENS, números MRN e dados de trânsito — em um único código escaneável vinculado ao caminhão durante toda a travessia. Embora o sistema esteja disponível no portal douane.gouv.fr desde abril de 2025, a adesão entre operadores menores ainda é irregular. Autoridades francesas reforçam que “um caminhão equivale a um ELO” e recomendam criar o envelope somente após a emissão da referência ENS para evitar inconsistências.
Empresas de logística devem revisar imediatamente seus procedimentos operacionais padrão. A sequência é fundamental: registrar a declaração de segurança do Import Control System 2 (ICS2), obter o MRN ENS, gerar o ELO e só então despachar o veículo. Qualquer falha nessa cadeia pode obrigar os motoristas a aguardarem em áreas de retenção, causando atrasos caros e perda de horários nos ferries.
A nova regra entra em vigor justamente quando o volume de tráfego pelo Canal da Mancha retorna aos níveis pré-Brexit e às vésperas do pico de frete do verão, ligado a projetos de construção para as Olimpíadas de Paris. O descumprimento pode comprometer cadeias de suprimentos just-in-time para fábricas automotivas no norte da França e centros de distribuição nas Midlands.
Operadores logísticos terceirizados (3PLs) devem testar suas interfaces de TI com a API da Alfândega ainda esta semana e treinar os motoristas para apresentar o código de barras — em papel ou digital — nos terminais de ferry franceses.
Fonte: Trans.info
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