
Em 1º de junho de 2026, o Instituto de Seguros Sociais (ZUS) implementou novos critérios de elegibilidade para o benefício mensal de 800 zlotys por filho, destinado a residentes estrangeiros. Até então, a maioria dos cidadãos de países terceiros com estadia legal podia solicitar o benefício independentemente da situação no mercado de trabalho. Com as novas regras, pais expatriados de fora da UE e do EFTA devem comprovar que estão ativamente empregados ou trabalhando por conta própria na Polônia; caso contrário, os pagamentos serão suspensos. Condições semelhantes já valem para famílias ucranianas deslocadas pela guerra desde fevereiro.
O ZUS esclareceu que “atividade econômica” inclui contratos de trabalho padrão, contratos civis, gestão de negócios, bolsas de doutorado ou esportivas reconhecidas, e até mesmo o registro como desempregado com direito ao auxílio para busca de emprego. Os pais precisam reapresentar os pedidos de benefício pela plataforma eletrônica PUE-ZUS, fornecendo o número PESEL de cada membro da família, confirmação da residência legal e comprovação de que crianças em idade escolar frequentam instituições de ensino polonesas.
Para empregadores de talentos estrangeiros, a mudança aumenta a importância do registro correto na folha de pagamento. Os departamentos de RH provavelmente receberão mais solicitações de certificados de emprego — documentos que comprovam conformidade durante auditorias de benefícios. Atrasos ou erros na emissão desses documentos podem resultar na cobrança retroativa de valores dos funcionários, prejudicando o clima organizacional e podendo levar à perda de trabalhadores essenciais, tanto operacionais quanto administrativos.
Consultores em imigração empresarial afirmam que a postura mais rigorosa reflete a estratégia de Varsóvia de vincular direitos sociais à participação no mercado de trabalho, visando aumentar a arrecadação fiscal e aliviar a preocupação pública de que estrangeiros recebam benefícios sem contribuir. Embora o pagamento de 800 zlotys (aproximadamente €170 por mês) seja modesto para padrões multinacionais, é significativo para operários de fábricas, funcionários do comércio e estudantes internacionais com famílias.
As multinacionais são aconselhadas a atualizar seus kits de boas-vindas e listas de verificação de integração para detalhar as novas condições do benefício, pré-validar os registros PESEL e lembrar os funcionários de que a perda do status de residência vinculado ao emprego pode impactar diretamente a renda familiar. O ZUS indicou que as auditorias terão foco em setores de alta mobilidade, como construção, hotelaria e serviços compartilhados, onde lacunas contratuais são comuns.
O ZUS esclareceu que “atividade econômica” inclui contratos de trabalho padrão, contratos civis, gestão de negócios, bolsas de doutorado ou esportivas reconhecidas, e até mesmo o registro como desempregado com direito ao auxílio para busca de emprego. Os pais precisam reapresentar os pedidos de benefício pela plataforma eletrônica PUE-ZUS, fornecendo o número PESEL de cada membro da família, confirmação da residência legal e comprovação de que crianças em idade escolar frequentam instituições de ensino polonesas.
Para empregadores de talentos estrangeiros, a mudança aumenta a importância do registro correto na folha de pagamento. Os departamentos de RH provavelmente receberão mais solicitações de certificados de emprego — documentos que comprovam conformidade durante auditorias de benefícios. Atrasos ou erros na emissão desses documentos podem resultar na cobrança retroativa de valores dos funcionários, prejudicando o clima organizacional e podendo levar à perda de trabalhadores essenciais, tanto operacionais quanto administrativos.
Consultores em imigração empresarial afirmam que a postura mais rigorosa reflete a estratégia de Varsóvia de vincular direitos sociais à participação no mercado de trabalho, visando aumentar a arrecadação fiscal e aliviar a preocupação pública de que estrangeiros recebam benefícios sem contribuir. Embora o pagamento de 800 zlotys (aproximadamente €170 por mês) seja modesto para padrões multinacionais, é significativo para operários de fábricas, funcionários do comércio e estudantes internacionais com famílias.
As multinacionais são aconselhadas a atualizar seus kits de boas-vindas e listas de verificação de integração para detalhar as novas condições do benefício, pré-validar os registros PESEL e lembrar os funcionários de que a perda do status de residência vinculado ao emprego pode impactar diretamente a renda familiar. O ZUS indicou que as auditorias terão foco em setores de alta mobilidade, como construção, hotelaria e serviços compartilhados, onde lacunas contratuais são comuns.
Fonte: WP Finanse