
Executivos suíços que viajam entre Zurique, Milão, Munique e Lyon terão que manter seus passaportes à mão por mais tempo do que o previsto. Em 7 de julho, o Conselho da UE autorizou formalmente Alemanha, França, Itália e Áustria a prolongar os controles temporários nas fronteiras terrestres que reintroduziram com a Suíça em 2024. Berna, que deve consentir qualquer derrogação do espaço Schengen, confirmou seu acordo em 8 de julho. A nova autorização vale por até 18 meses, o que significa que as fiscalizações pontuais podem permanecer até o final de 2027 ou início de 2028.
Para os viajantes rodoviários, a decisão implica a continuidade das inspeções de documentos nos principais pontos de passagem em Basel/Weil-am-Rhein, Genebra/Ferney, Chiasso/Brogeda e St-Margrethen/Lustenau. Segundo a Administração Federal de Alfândega, as filas médias para carros particulares já chegam a 25 minutos, enquanto os operadores de carga dependem de faixas prioritárias para manter as cadeias de suprimentos em movimento. As verificações aleatórias em estradas secundárias também continuarão, o que significa que motoristas particulares correm o risco de paradas inesperadas dentro do território suíço.
Ministros do Interior da UE justificaram a extensão citando um aumento de 40% nas solicitações de asilo feitas na Suíça por migrantes que passaram pela rota do Mediterrâneo Central. O Código de Fronteiras Schengen revisado pela UE, em vigor desde 2024, permite que os Estados-membros mantenham controles internos em blocos de seis meses quando “circunstâncias excepcionais” ameaçam a ordem pública.
Críticos argumentam que as renovações contínuas comprometem a própria ideia da livre circulação sem passaporte e enfraquecem o papel da Suíça como um centro logístico no coração do mercado único europeu. Para as empresas, o maior desafio é o planejamento. Os trabalhadores transfronteiriços — estimados em 350 mil pessoas diariamente — enfrentam jornadas mais longas, e as companhias que dependem de entregas just-in-time vindas da Lombardia ou de Baden-Württemberg precisam aumentar os prazos.
Gestores de mobilidade recomendam que os viajantes adicionem pelo menos 45 minutos nos dias de maior movimento e mantenham cópias impressas de cartas de emprego ou compromissos com clientes à mão. As equipes de RH devem orientar os colaboradores internacionais sobre os controles contínuos, especialmente aqueles que ainda confundem a adesão da Suíça ao espaço Schengen com a membresia na UE.
Olhando para o futuro, diplomatas suíços afirmam que vão pressionar por uma “estratégia de saída” coordenada quando a atual autorização expirar. Mas, com vários outros países Schengen — Dinamarca, Polônia, Suécia e Holanda — também mantendo controles internos, poucos em Berna esperam um retorno rápido ao status quo anterior a 2015.
Para os viajantes rodoviários, a decisão implica a continuidade das inspeções de documentos nos principais pontos de passagem em Basel/Weil-am-Rhein, Genebra/Ferney, Chiasso/Brogeda e St-Margrethen/Lustenau. Segundo a Administração Federal de Alfândega, as filas médias para carros particulares já chegam a 25 minutos, enquanto os operadores de carga dependem de faixas prioritárias para manter as cadeias de suprimentos em movimento. As verificações aleatórias em estradas secundárias também continuarão, o que significa que motoristas particulares correm o risco de paradas inesperadas dentro do território suíço.
Ministros do Interior da UE justificaram a extensão citando um aumento de 40% nas solicitações de asilo feitas na Suíça por migrantes que passaram pela rota do Mediterrâneo Central. O Código de Fronteiras Schengen revisado pela UE, em vigor desde 2024, permite que os Estados-membros mantenham controles internos em blocos de seis meses quando “circunstâncias excepcionais” ameaçam a ordem pública.
Críticos argumentam que as renovações contínuas comprometem a própria ideia da livre circulação sem passaporte e enfraquecem o papel da Suíça como um centro logístico no coração do mercado único europeu. Para as empresas, o maior desafio é o planejamento. Os trabalhadores transfronteiriços — estimados em 350 mil pessoas diariamente — enfrentam jornadas mais longas, e as companhias que dependem de entregas just-in-time vindas da Lombardia ou de Baden-Württemberg precisam aumentar os prazos.
Gestores de mobilidade recomendam que os viajantes adicionem pelo menos 45 minutos nos dias de maior movimento e mantenham cópias impressas de cartas de emprego ou compromissos com clientes à mão. As equipes de RH devem orientar os colaboradores internacionais sobre os controles contínuos, especialmente aqueles que ainda confundem a adesão da Suíça ao espaço Schengen com a membresia na UE.
Olhando para o futuro, diplomatas suíços afirmam que vão pressionar por uma “estratégia de saída” coordenada quando a atual autorização expirar. Mas, com vários outros países Schengen — Dinamarca, Polônia, Suécia e Holanda — também mantendo controles internos, poucos em Berna esperam um retorno rápido ao status quo anterior a 2015.
Fonte: VisasUpdate