
Falando com jornalistas na ATM, o CEO da flydubai, Ghaith Al Ghaith, previu que a companhia aérea vai restaurar — e até superar ligeiramente — sua capacidade de assentos de 2019 até dezembro de 2026, com a chegada de 11 novas aeronaves Boeing 737 MAX à frota. Al Ghaith descartou sugestões de que o conflito regional tenha prejudicado permanentemente as metas de crescimento, destacando que a demanda em várias rotas, incluindo Bangkok e a recém-lançada Pokhara, já voltou aos níveis pré-guerra. O maior obstáculo, segundo ele, são os persistentes alertas de “reconsiderar viagens” emitidos por alguns governos ocidentais, que afetam a confiança nas reservas mesmo quando o risco operacional é controlável.
No aspecto operacional, a companhia lançará uma divisão dedicada ao transporte de carga em aeronaves de corredor único a partir de 1º de outubro, oferecendo aos clientes corporativos uma nova opção ponto a ponto dentro de sua rede de 130 destinos. A médio prazo, a flydubai ainda planeja dividir suas operações entre o saturado Aeroporto Internacional de Dubai e o em construção Aeroporto Internacional Al Maktoum, onde já está construindo instalações de manutenção.
Para os planejadores de mobilidade, a mensagem é que a disponibilidade de assentos — e, consequentemente, o poder de negociação de preços — deve melhorar nas principais rotas corporativas à medida que as entregas de aeronaves se aceleram. No entanto, as equipes de RH e segurança devem continuar monitorando os alertas de viagem que podem provocar mudanças de última hora nas políticas ou relutância dos funcionários. A visão otimista de Al Ghaith contrasta com a de alguns concorrentes de serviço completo, mas reflete a estratégia de Dubai de usar um crescimento agressivo da capacidade para capturar o tráfego reprimido assim que as nuvens geopolíticas se dissiparem.
No aspecto operacional, a companhia lançará uma divisão dedicada ao transporte de carga em aeronaves de corredor único a partir de 1º de outubro, oferecendo aos clientes corporativos uma nova opção ponto a ponto dentro de sua rede de 130 destinos. A médio prazo, a flydubai ainda planeja dividir suas operações entre o saturado Aeroporto Internacional de Dubai e o em construção Aeroporto Internacional Al Maktoum, onde já está construindo instalações de manutenção.
Para os planejadores de mobilidade, a mensagem é que a disponibilidade de assentos — e, consequentemente, o poder de negociação de preços — deve melhorar nas principais rotas corporativas à medida que as entregas de aeronaves se aceleram. No entanto, as equipes de RH e segurança devem continuar monitorando os alertas de viagem que podem provocar mudanças de última hora nas políticas ou relutância dos funcionários. A visão otimista de Al Ghaith contrasta com a de alguns concorrentes de serviço completo, mas reflete a estratégia de Dubai de usar um crescimento agressivo da capacidade para capturar o tráfego reprimido assim que as nuvens geopolíticas se dissiparem.
Fonte: Khaleej Times
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