
O Aeroporto Adolfo Suárez Madrid-Barajas iniciou 2026 com novas paralisações após os funcionários da South Europe Ground Services (SEGS), subsidiária da IAG que presta serviços de rampa e atendimento a passageiros para Iberia, British Airways, Vueling, Aer Lingus e Level, entrarem em greve novamente no dia 2 de janeiro. A paralisação — que ocorreu das 08h00 às 12h00 e das 18h00 às 22h00, e será repetida em 7 de janeiro — faz parte de uma disputa trabalhista crescente sobre erros na folha de pagamento, bônus não pagos e equidade de escalas para trabalhadores em regime parcial.
Embora a Aena tenha conseguido manter os serviços mínimos, dezenas de partidas sofreram atrasos, especialmente voos de curta distância da Iberia e Iberia Express, que dependem da SEGS para equipamentos de rampa e transporte de tripulação. Voos de longa distância para Nova York, São Paulo e Tel Aviv partiram com atrasos médios de 45 a 60 minutos, segundo registros de movimentação do aeroporto. Passageiros em conexão relataram perda de voos, apesar da redução sazonal no tráfego.
A Iberia reagiu publicando uma política de flexibilidade que permite aos clientes com voos para ou de Madrid entre 2 e 7 de janeiro alterar as datas gratuitamente até 15 de janeiro ou solicitar um voucher. Viajantes que compraram passagens por agências devem remarcar via seu agente, enquanto clientes diretos podem usar o Iberia Conecta para atualizar dados de contato e receber alertas por SMS.
Para os gestores de mobilidade corporativa, o momento é delicado: de 8 a 10 de janeiro marca o início da primeira semana completa de trabalho do ano para muitas multinacionais que operam na Espanha. As equipes de RH foram orientadas a revisar os procedimentos de cuidado com funcionários em realocação que transitam por Madrid e considerar redirecionar movimentos críticos via Barcelona-El Prat ou Málaga caso a paralisação de 7 de janeiro ocorra.
Olhando para o futuro, os sindicatos USO e CGT afirmam que uma paralisação total de 24 horas não está descartada caso a mediação fracasse. Empresas com colaboradores em regime rotativo ou prazos apertados para projetos na Espanha devem, portanto, prever tempo extra de espera, revisar as cláusulas de seguro para custos relacionados à greve e orientar os funcionários em viagem sobre opções alternativas de trem, como o AVE Madrid–Barcelona.
Embora a Aena tenha conseguido manter os serviços mínimos, dezenas de partidas sofreram atrasos, especialmente voos de curta distância da Iberia e Iberia Express, que dependem da SEGS para equipamentos de rampa e transporte de tripulação. Voos de longa distância para Nova York, São Paulo e Tel Aviv partiram com atrasos médios de 45 a 60 minutos, segundo registros de movimentação do aeroporto. Passageiros em conexão relataram perda de voos, apesar da redução sazonal no tráfego.
A Iberia reagiu publicando uma política de flexibilidade que permite aos clientes com voos para ou de Madrid entre 2 e 7 de janeiro alterar as datas gratuitamente até 15 de janeiro ou solicitar um voucher. Viajantes que compraram passagens por agências devem remarcar via seu agente, enquanto clientes diretos podem usar o Iberia Conecta para atualizar dados de contato e receber alertas por SMS.
Para os gestores de mobilidade corporativa, o momento é delicado: de 8 a 10 de janeiro marca o início da primeira semana completa de trabalho do ano para muitas multinacionais que operam na Espanha. As equipes de RH foram orientadas a revisar os procedimentos de cuidado com funcionários em realocação que transitam por Madrid e considerar redirecionar movimentos críticos via Barcelona-El Prat ou Málaga caso a paralisação de 7 de janeiro ocorra.
Olhando para o futuro, os sindicatos USO e CGT afirmam que uma paralisação total de 24 horas não está descartada caso a mediação fracasse. Empresas com colaboradores em regime rotativo ou prazos apertados para projetos na Espanha devem, portanto, prever tempo extra de espera, revisar as cláusulas de seguro para custos relacionados à greve e orientar os funcionários em viagem sobre opções alternativas de trem, como o AVE Madrid–Barcelona.
Fonte: Iberia / Telemadrid