
A consultoria especializada em imigração Five Star International alertou os patrocinadores corporativos que o Home Office está levando **até 18 semanas para aprovar pedidos adicionais de Certificados de Patrocínio (CoS) ‘indefinidos’** — o documento necessário para estender vistos de Trabalhador Qualificado existentes ou contratar funcionários já no Reino Unido. A nota informativa, publicada em 15 de fevereiro, menciona vários clientes cujos pedidos padrão, submetidos em outubro de 2025, só agora estão recebendo decisões.
O atraso decorre de uma realocação interna de agentes para os próximos projetos de Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) e eVisa, deixando a equipe de Operações de Patrocínio com falta de pessoal. Existe um serviço prioritário pago com prazo de cinco dias, mas limitado a 60 vagas por dia, que costuma esgotar em minutos após a liberação.
Para os empregadores, o gargalo significa que a falta de alocação de CoS pode deixar funcionários-chave retidos, acarretar multas por trabalho ilegal e atrapalhar cronogramas de projetos. A Five Star recomenda que as equipes de RH façam auditoria das datas de expiração dos vistos com 12 meses de antecedência e enviem pedidos de alocação pelo menos seis meses antes. Em casos de extensões urgentes, as empresas devem preparar justificativas detalhadas e evidências para aumentar as chances de conseguir uma vaga prioritária.
A implicação prática para os gestores de mobilidade é clara: incluir tempo de contingência nos planos de realocação, comunicar os riscos aos gestores diretos e, quando o orçamento permitir, adquirir upgrades prioritários logo no início do processo. Não fazer isso pode resultar em talentos incapazes de iniciar suas funções ou forçados a deixar o país enquanto aguardam a autorização.
O atraso decorre de uma realocação interna de agentes para os próximos projetos de Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) e eVisa, deixando a equipe de Operações de Patrocínio com falta de pessoal. Existe um serviço prioritário pago com prazo de cinco dias, mas limitado a 60 vagas por dia, que costuma esgotar em minutos após a liberação.
Para os empregadores, o gargalo significa que a falta de alocação de CoS pode deixar funcionários-chave retidos, acarretar multas por trabalho ilegal e atrapalhar cronogramas de projetos. A Five Star recomenda que as equipes de RH façam auditoria das datas de expiração dos vistos com 12 meses de antecedência e enviem pedidos de alocação pelo menos seis meses antes. Em casos de extensões urgentes, as empresas devem preparar justificativas detalhadas e evidências para aumentar as chances de conseguir uma vaga prioritária.
A implicação prática para os gestores de mobilidade é clara: incluir tempo de contingência nos planos de realocação, comunicar os riscos aos gestores diretos e, quando o orçamento permitir, adquirir upgrades prioritários logo no início do processo. Não fazer isso pode resultar em talentos incapazes de iniciar suas funções ou forçados a deixar o país enquanto aguardam a autorização.
Fonte: Five Star International