
A empresa de contabilidade BDO e a prestadora de serviços corporativos Ascentium reuniram um auditório lotado nesta tarde em seu seminário conjunto, “Navegando por Questões Fiscais e de Conformidade para Expatriados e Armadilhas Comuns de Conformidade em RH”, realizado na sede da BDO, em Central. A sessão de 90 minutos abordou um desafio constante para gestores de mobilidade global e RH: como estruturar as designações para que funcionários que entram e saem permaneçam em conformidade com as regras de imposto sobre salários de Hong Kong, tratados de dupla tributação e os rigorosos requisitos de documentação trabalhista da cidade.
A diretora fiscal Carol Lam guiou os participantes pelas orientações mais recentes do Departamento de Receita Interna sobre a divisão de renda para empregados que dividem seu tempo entre Hong Kong e o continente — um cenário cada vez mais comum à medida que empresas realocam talentos pela Grande Baía. Ela alertou que a falta de registros detalhados de viagens e dias trabalhados pode resultar em avaliações fiscais surpresa e pagamentos retroativos.
Celestine Yeung, principal de serviços fiscais da BDO, destacou os novos riscos gerados pelos arranjos de trabalho híbrido. Segundo a jurisprudência de Hong Kong, a “fonte do emprego” é avaliada pela substância, não pela forma; empresas que permitem que funcionários trabalhem remotamente de Hong Kong por longos períodos podem, inadvertidamente, criar uma presença tributável ou obrigações trabalhistas, mesmo que o contrato seja com uma entidade estrangeira.
A CEO da Ascentium, Conbie Siu, então focou em imigração e conformidade de RH. Ela lembrou que os vistos sob a Política Geral de Emprego de Hong Kong exigem aprovação prévia para cada mudança de função, e que dependentes que desejam trabalhar precisam obter permissão separada. Siu também apontou erros frequentes na redação de contratos que dificultam futuras extensões de visto — uma questão que se torna ainda mais urgente com a nova janela de renovação antecipada de 90 dias, introduzida pelo Departamento de Imigração em 1º de março de 2026.
O principal aprendizado prático do seminário foi uma lista de “regras de ouro” para equipes de mobilidade: alinhar cartas de designação com as funções reais desempenhadas; manter registros de viagem atualizados; e realizar auditorias de conformidade no meio da designação, aos seis meses. Para empresas que ampliam a contratação de funcionários não locais no pós-pandemia, aplicar essas medidas pode evitar custos fiscais elevados e problemas na renovação de vistos.
A diretora fiscal Carol Lam guiou os participantes pelas orientações mais recentes do Departamento de Receita Interna sobre a divisão de renda para empregados que dividem seu tempo entre Hong Kong e o continente — um cenário cada vez mais comum à medida que empresas realocam talentos pela Grande Baía. Ela alertou que a falta de registros detalhados de viagens e dias trabalhados pode resultar em avaliações fiscais surpresa e pagamentos retroativos.
Celestine Yeung, principal de serviços fiscais da BDO, destacou os novos riscos gerados pelos arranjos de trabalho híbrido. Segundo a jurisprudência de Hong Kong, a “fonte do emprego” é avaliada pela substância, não pela forma; empresas que permitem que funcionários trabalhem remotamente de Hong Kong por longos períodos podem, inadvertidamente, criar uma presença tributável ou obrigações trabalhistas, mesmo que o contrato seja com uma entidade estrangeira.
A CEO da Ascentium, Conbie Siu, então focou em imigração e conformidade de RH. Ela lembrou que os vistos sob a Política Geral de Emprego de Hong Kong exigem aprovação prévia para cada mudança de função, e que dependentes que desejam trabalhar precisam obter permissão separada. Siu também apontou erros frequentes na redação de contratos que dificultam futuras extensões de visto — uma questão que se torna ainda mais urgente com a nova janela de renovação antecipada de 90 dias, introduzida pelo Departamento de Imigração em 1º de março de 2026.
O principal aprendizado prático do seminário foi uma lista de “regras de ouro” para equipes de mobilidade: alinhar cartas de designação com as funções reais desempenhadas; manter registros de viagem atualizados; e realizar auditorias de conformidade no meio da designação, aos seis meses. Para empresas que ampliam a contratação de funcionários não locais no pós-pandemia, aplicar essas medidas pode evitar custos fiscais elevados e problemas na renovação de vistos.
Fonte: BDO Hong Kong – Events page
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Hong Kong.Mais de Hong Kong
Ver tudo
Hong Kong lança Feira de Emprego do Programa de Emprego Juvenil da Grande Baía 2026
Fronteira entre Hong Kong e China continental reabre com exigência de teste PCR e retomada gradual dos postos de controle