
A Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) abriu uma investigação formal contra a Ryanair após receber centenas de reclamações de que pais são obrigados a pagar taxas extras para sentar ao lado de seus filhos. Segundo a política da companhia aérea, pelo menos um adulto viajando com uma criança de 2 a 11 anos deve comprar o chamado “Assento Familiar” tanto na ida quanto na volta da viagem. A CMA informa que as evidências iniciais indicam que a taxa é geralmente cerca de £8 por trecho e se aplica na grande maioria das rotas que atendem o Reino Unido.
O órgão regulador vai analisar se essa exigência configura uma “cláusula contratual abusiva” conforme a Lei de Direitos do Consumidor de 2015 e se a forma como a cobrança é apresentada viola regras contra práticas de preços enganosos, conhecidas como “preços em gotejamento”. Hayley Fletcher, diretora sênior de proteção ao consumidor, destacou que muitas famílias só descobrem essa taxa quando já avançaram bastante no processo de reserva online, dificultando a comparação do custo real da passagem com outras companhias.
Caso a CMA conclua que a Ryanair infringiu a legislação de defesa do consumidor, poderá exigir compromissos legais, buscar ordens judiciais ou, se a companhia se recusar, levar o caso ao Tribunal Superior. Para gestores de viagens corporativas, o caso serve de alerta para o fato de que taxas adicionais podem inflar rapidamente tarifas que parecem inicialmente baixas. Compradores de viagens corporativas que permitem reservas diretas em companhias low-cost podem ver os reembolsos aumentarem se esses custos não forem previstos nos orçamentos.
As regras de assentos familiares também impactam funcionários que combinam viagens de negócios com lazer, uma tendência que cresceu desde a pandemia. A Ryanair, maior companhia aérea low-cost da Europa, afirma que sua política “economiza dinheiro para as famílias”, pois crianças menores de 12 anos ganham um assento reservado gratuito após o pagamento do adulto. A empresa, sediada em Dublin, classifica a investigação da CMA como “falsa” e diz que a política de assentos visa garantir a segurança das crianças.
No entanto, a ação da autoridade adiciona mais pressão regulatória sobre a companhia, que já teve conflitos com a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido por práticas de reembolso e com vários reguladores da UE sobre transparência nos preços online. A CMA não estabeleceu um prazo para concluir a investigação, mas geralmente busca decidir os próximos passos em até seis meses. Enquanto isso, convida consumidores e agentes do setor de viagens a enviarem evidências por meio de um portal online.
Se a apuração resultar em mudanças, outras companhias low-cost que cobram por assentos familiares também poderão ter que rever suas políticas, o que pode transformar os modelos de receita adicional no mercado de voos de curta distância.
O órgão regulador vai analisar se essa exigência configura uma “cláusula contratual abusiva” conforme a Lei de Direitos do Consumidor de 2015 e se a forma como a cobrança é apresentada viola regras contra práticas de preços enganosos, conhecidas como “preços em gotejamento”. Hayley Fletcher, diretora sênior de proteção ao consumidor, destacou que muitas famílias só descobrem essa taxa quando já avançaram bastante no processo de reserva online, dificultando a comparação do custo real da passagem com outras companhias.
Caso a CMA conclua que a Ryanair infringiu a legislação de defesa do consumidor, poderá exigir compromissos legais, buscar ordens judiciais ou, se a companhia se recusar, levar o caso ao Tribunal Superior. Para gestores de viagens corporativas, o caso serve de alerta para o fato de que taxas adicionais podem inflar rapidamente tarifas que parecem inicialmente baixas. Compradores de viagens corporativas que permitem reservas diretas em companhias low-cost podem ver os reembolsos aumentarem se esses custos não forem previstos nos orçamentos.
As regras de assentos familiares também impactam funcionários que combinam viagens de negócios com lazer, uma tendência que cresceu desde a pandemia. A Ryanair, maior companhia aérea low-cost da Europa, afirma que sua política “economiza dinheiro para as famílias”, pois crianças menores de 12 anos ganham um assento reservado gratuito após o pagamento do adulto. A empresa, sediada em Dublin, classifica a investigação da CMA como “falsa” e diz que a política de assentos visa garantir a segurança das crianças.
No entanto, a ação da autoridade adiciona mais pressão regulatória sobre a companhia, que já teve conflitos com a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido por práticas de reembolso e com vários reguladores da UE sobre transparência nos preços online. A CMA não estabeleceu um prazo para concluir a investigação, mas geralmente busca decidir os próximos passos em até seis meses. Enquanto isso, convida consumidores e agentes do setor de viagens a enviarem evidências por meio de um portal online.
Se a apuração resultar em mudanças, outras companhias low-cost que cobram por assentos familiares também poderão ter que rever suas políticas, o que pode transformar os modelos de receita adicional no mercado de voos de curta distância.
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Reino Unido.Mais de Reino Unido
Ver tudo
Demanda por visto de trabalho continua em queda, segundo estatísticas do Ministério do Interior de maio de 2026
Acúmulo de recursos de asilo no Reino Unido ultrapassa 87 mil, apesar da queda nas solicitações iniciais