
Poucos minutos após a decisão sobre asilo, a Suprema Corte emitiu, em 25 de junho de 2026, uma segunda decisão impactante sobre imigração, determinando que os tribunais não têm autoridade para revisar a decisão do Departamento de Segurança Interna (DHS) de encerrar o Status de Proteção Temporária (TPS) para nacionais do Haiti e da Síria. Escrevendo novamente para a maioria de 6 a 3, o juiz Alito afirmou que o Congresso fez do TPS uma ferramenta totalmente discricionária, que pode ser encerrada sempre que o Secretário de Segurança Interna considerar que as condições no país melhoraram suficientemente.
Atualmente, cerca de 480 mil haitianos e 180 mil sírios vivem e trabalham nos Estados Unidos sob o TPS, muitos deles empregados nos setores de hospitalidade, saúde e construção. A menos que a administração conceda um período de transição ou o Congresso legisle uma solução, a autorização de trabalho desses indivíduos expirará 180 dias após a publicação do aviso no Registro Federal pelo DHS. Para as empresas, isso significa uma grande revalidação das autorizações de trabalho I-9, possíveis suspensões temporárias e a necessidade urgente de explorar categorias alternativas de visto (como H-2B, EB-3 ou encaminhamentos para asilo).
A decisão reverte as liminares de instâncias inferiores que mantinham o TPS em vigor desde o início do litígio em 2018. Funcionários do DHS afirmaram que iniciarão uma “transição ordenada”, mas não forneceram um cronograma. Grupos de defesa prometeram intensificar a pressão no Congresso por um projeto de legalização específico.
Programas de mobilidade devem identificar funcionários e dependentes com TPS baseado no Haiti ou na Síria, avaliar os impactos nos projetos e orçar custos para processamento prioritário caso seja necessário apresentar novas solicitações. Também devem preparar planos de comunicação, pois alguns trabalhadores podem perder a validade da carteira de motorista vinculada à autorização de trabalho, afetando deslocamentos e viagens.
Por fim, a decisão reforça uma tendência mais ampla: a Suprema Corte está deferindo à discricionariedade do poder executivo em questões de imigração, aumentando a volatilidade no planejamento da força de trabalho. Empresas globais podem precisar desenvolver capacidades mais rápidas de modelagem de cenários para responder a mudanças abruptas no status de grandes grupos de talentos.
Atualmente, cerca de 480 mil haitianos e 180 mil sírios vivem e trabalham nos Estados Unidos sob o TPS, muitos deles empregados nos setores de hospitalidade, saúde e construção. A menos que a administração conceda um período de transição ou o Congresso legisle uma solução, a autorização de trabalho desses indivíduos expirará 180 dias após a publicação do aviso no Registro Federal pelo DHS. Para as empresas, isso significa uma grande revalidação das autorizações de trabalho I-9, possíveis suspensões temporárias e a necessidade urgente de explorar categorias alternativas de visto (como H-2B, EB-3 ou encaminhamentos para asilo).
A decisão reverte as liminares de instâncias inferiores que mantinham o TPS em vigor desde o início do litígio em 2018. Funcionários do DHS afirmaram que iniciarão uma “transição ordenada”, mas não forneceram um cronograma. Grupos de defesa prometeram intensificar a pressão no Congresso por um projeto de legalização específico.
Programas de mobilidade devem identificar funcionários e dependentes com TPS baseado no Haiti ou na Síria, avaliar os impactos nos projetos e orçar custos para processamento prioritário caso seja necessário apresentar novas solicitações. Também devem preparar planos de comunicação, pois alguns trabalhadores podem perder a validade da carteira de motorista vinculada à autorização de trabalho, afetando deslocamentos e viagens.
Por fim, a decisão reforça uma tendência mais ampla: a Suprema Corte está deferindo à discricionariedade do poder executivo em questões de imigração, aumentando a volatilidade no planejamento da força de trabalho. Empresas globais podem precisar desenvolver capacidades mais rápidas de modelagem de cenários para responder a mudanças abruptas no status de grandes grupos de talentos.
Fonte: Associated Press
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