
A Qantas começou a enviar e-mails e mensagens de texto para mais de um milhão de passageiros que podem ter direito a uma parte de um acordo de AUD 105 milhões referente a créditos de voo emitidos durante a pandemia. Os avisos determinados pela justiça começaram a ser enviados em 7 de julho, e os clientes devem seguir as instruções para registrar sua reivindicação antes que os fundos possam ser distribuídos. A ação coletiva, conduzida pela Echo Law e Piper Alderman, alegou que a Qantas violou a lei do consumidor ao não fornecer reembolsos em dinheiro de forma rápida para voos cancelados entre janeiro de 2020 e novembro de 2022.
Segundo o acordo, cerca de AUD 68 milhões serão pagos aos viajantes afetados, enquanto o restante cobre custos legais e administrativos. A companhia aérea estendeu indefinidamente a validade dos créditos de voo emitidos na era da COVID, mas não admitiu qualquer irregularidade. Para gestores de mobilidade, essa situação serve como um alerta para auditar créditos corporativos não utilizados e garantir que os funcionários elegíveis registrem suas reivindicações para receber a compensação.
Advogados alertam que mensagens fraudulentas estão circulando; os avisos legítimos incluem um ID único do reclamante e não solicitam dados bancários logo no início. O acordo ainda precisa ser aprovado pela Corte Federal, o que deve ocorrer ainda este ano, com os primeiros pagamentos previstos para dezembro. Defensores dos consumidores afirmam que o caso estabelece um precedente para maior responsabilidade nas políticas de créditos das companhias aéreas e pode incentivar reguladores a endurecer as regras sobre transparência nos reembolsos.
As equipes responsáveis pelas políticas de viagem devem atualizar as orientações aos funcionários, manter registros das reservas afetadas e acompanhar as comunicações da Qantas à medida que os prazos forem confirmados.
Segundo o acordo, cerca de AUD 68 milhões serão pagos aos viajantes afetados, enquanto o restante cobre custos legais e administrativos. A companhia aérea estendeu indefinidamente a validade dos créditos de voo emitidos na era da COVID, mas não admitiu qualquer irregularidade. Para gestores de mobilidade, essa situação serve como um alerta para auditar créditos corporativos não utilizados e garantir que os funcionários elegíveis registrem suas reivindicações para receber a compensação.
Advogados alertam que mensagens fraudulentas estão circulando; os avisos legítimos incluem um ID único do reclamante e não solicitam dados bancários logo no início. O acordo ainda precisa ser aprovado pela Corte Federal, o que deve ocorrer ainda este ano, com os primeiros pagamentos previstos para dezembro. Defensores dos consumidores afirmam que o caso estabelece um precedente para maior responsabilidade nas políticas de créditos das companhias aéreas e pode incentivar reguladores a endurecer as regras sobre transparência nos reembolsos.
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Fonte: ABC News
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