
Em uma reunião de alto nível na noite de terça-feira, a Comissão Europeia descartou categoricamente a suspensão total do novo Sistema de Entrada/Saída (EES), apesar das crescentes reclamações de companhias aéreas e aeroportos sobre filas de passaporte de até cinco horas em grandes hubs, como Frankfurt, Munique e Berlim. Porta-vozes da Comissão afirmaram que desligar o banco de dados biométrico é “tecnicamente impossível e injustificado”, destacando que 110 milhões de travessias de fronteira já foram processadas e mais de 1.100 alertas de segurança acionados desde que o sistema entrou em operação no espaço Schengen, em 10 de abril de 2026. Eles argumentaram que a maioria dos gargalos é causada pela insuficiência de e-gates e de pessoal nos pontos de controle nacionais, e não pela plataforma central em si.
Para aliviar a congestão, Bruxelas ofereceu financiamento adicional por meio do Instrumento de Gestão de Fronteiras e Vistos, para que os Estados-Membros possam adquirir mais quiosques automatizados, e incentivou os aeroportos a adotarem o novo aplicativo de pré-registro ‘Travel to Europe’, desenvolvido pela Frontex. As cláusulas de flexibilidade existentes — que permitem aos agentes dispensar a coleta de impressões digitais quando as filas ultrapassam 45 minutos — permanecem vigentes, mas não serão estendidas além de setembro.
Para empresas que transferem colaboradores ou executivos, a mensagem é clara: o EES vai continuar. Viajantes que utilizam aeroportos alemães devem ser orientados a chegar com antecedência e, quando possível, pré-cadastrar seus dados biométricos. Companhias aéreas que perderem seus horários de voo devido a atrasos nas filas de fronteira podem enfrentar impactos em toda a sua malha. As empresas podem precisar prever orçamentos para serviços premium ou VIP para manter itinerários rigorosos.
Entidades comerciais alemãs receberam bem o financiamento extra da UE, mas alertaram que o espaço físico para novos quiosques em Frankfurt e Munique é limitado. Elas pedem que a Polícia Federal publique dados em tempo real sobre as filas, para que as empresas possam planejar conexões ferroviárias com mais segurança.
Para aliviar a congestão, Bruxelas ofereceu financiamento adicional por meio do Instrumento de Gestão de Fronteiras e Vistos, para que os Estados-Membros possam adquirir mais quiosques automatizados, e incentivou os aeroportos a adotarem o novo aplicativo de pré-registro ‘Travel to Europe’, desenvolvido pela Frontex. As cláusulas de flexibilidade existentes — que permitem aos agentes dispensar a coleta de impressões digitais quando as filas ultrapassam 45 minutos — permanecem vigentes, mas não serão estendidas além de setembro.
Para empresas que transferem colaboradores ou executivos, a mensagem é clara: o EES vai continuar. Viajantes que utilizam aeroportos alemães devem ser orientados a chegar com antecedência e, quando possível, pré-cadastrar seus dados biométricos. Companhias aéreas que perderem seus horários de voo devido a atrasos nas filas de fronteira podem enfrentar impactos em toda a sua malha. As empresas podem precisar prever orçamentos para serviços premium ou VIP para manter itinerários rigorosos.
Entidades comerciais alemãs receberam bem o financiamento extra da UE, mas alertaram que o espaço físico para novos quiosques em Frankfurt e Munique é limitado. Elas pedem que a Polícia Federal publique dados em tempo real sobre as filas, para que as empresas possam planejar conexões ferroviárias com mais segurança.
Fonte: Agence Europe
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