
A acessibilidade do transporte aéreo na Irlanda foi duramente questionada hoje, após a família de Jarek Marah, usuário de cadeira de rodas e paralisado desde 2024, relatar ao programa ‘The Agenda’ da LMFM que ele foi impedido de embarcar em um voo da Ryanair porque sua cadeira motorizada supostamente ultrapassava os limites de tamanho. O incidente ocorreu ontem no Aeroporto de Dublin, quando Marah se preparava para voar para Alicante para reabilitação. Funcionários em solo teriam informado que o compartimento de carga da aeronave não comportava o equipamento — embora o mesmo modelo já tenha sido transportado em outras rotas da Ryanair. A companhia aérea ofereceu remarcar o voo para um horário posterior com “equipamento adequado”, mas a família afirma que a experiência deixou Jarek “chocado e humilhado”.
Segundo o Regulamento da UE 1107/2006, as companhias aéreas devem transportar dispositivos de mobilidade gratuitamente “sempre que possível”; a recusa só é permitida por motivos rigorosos de segurança, que devem ser documentados por escrito. A Comissão Europeia aplica multas de até €30.000 por infração, e grupos irlandeses de defesa dos direitos das pessoas com deficiência estão pedindo à Autoridade de Aviação da Irlanda que investigue o caso.
Para empregadores, o episódio serve como um alerta para revisar a conformidade das políticas de viagem com a legislação de acessibilidade, especialmente para funcionários em missão que dependem de cadeiras de rodas ou dispositivos médicos. Coordenadores de viagens devem informar previamente as companhias aéreas sobre as dimensões dos equipamentos, solicitar confirmações escritas de transporte e manter registros para eventuais disputas.
A Ryanair declarou, em nota breve, que “lamenta qualquer inconveniente” e está revisando os procedimentos de embarque para cadeiras motorizadas maiores em sua frota de Boeing 737. A empresa acrescentou que transportou mais de 600 mil passageiros com mobilidade reduzida no ano passado e oferece linhas diretas dedicadas à assistência a pessoas com deficiência.
Segundo o Regulamento da UE 1107/2006, as companhias aéreas devem transportar dispositivos de mobilidade gratuitamente “sempre que possível”; a recusa só é permitida por motivos rigorosos de segurança, que devem ser documentados por escrito. A Comissão Europeia aplica multas de até €30.000 por infração, e grupos irlandeses de defesa dos direitos das pessoas com deficiência estão pedindo à Autoridade de Aviação da Irlanda que investigue o caso.
Para empregadores, o episódio serve como um alerta para revisar a conformidade das políticas de viagem com a legislação de acessibilidade, especialmente para funcionários em missão que dependem de cadeiras de rodas ou dispositivos médicos. Coordenadores de viagens devem informar previamente as companhias aéreas sobre as dimensões dos equipamentos, solicitar confirmações escritas de transporte e manter registros para eventuais disputas.
A Ryanair declarou, em nota breve, que “lamenta qualquer inconveniente” e está revisando os procedimentos de embarque para cadeiras motorizadas maiores em sua frota de Boeing 737. A empresa acrescentou que transportou mais de 600 mil passageiros com mobilidade reduzida no ano passado e oferece linhas diretas dedicadas à assistência a pessoas com deficiência.
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