
Passageiros da WestJet são aconselhados a verificar seus itinerários após a confirmação de que o sindicato dos comissários de bordo (CUPE Local 8125) entregou um aviso de greve de 72 horas no início do dia 30 de julho de 2026. Em resposta, a WestJet ativou uma política de flexibilidade emergencial que permite a qualquer cliente com viagem marcada entre 30 de julho e 4 de agosto fazer uma alteração única ou cancelar o bilhete sem taxas ou diferenças tarifárias. O período abrange o feriado prolongado — um dos momentos de maior movimento no Canadá — gerando preocupação entre viajantes a negócios e operadores turísticos.
O impasse ocorre após semanas de negociações travadas sobre o pagamento pelo tempo de “dever” não voado e regras de escalas. Representantes dos comissários afirmam que os membros realizam rotineiramente tarefas obrigatórias antes e depois dos voos que não são remuneradas — o que equivaleria a “quase duas horas de trabalho não pago por voo”. A WestJet argumenta que seu modelo de compensação está alinhado com os padrões da indústria norte-americana e alerta que aumentos excessivos de custos podem comprometer a sustentabilidade das rotas, especialmente em aeroportos regionais que operam com margens reduzidas.
Caso as partes não cheguem a um acordo até 2 de agosto (data legal mais próxima para a greve), a WestJet planeja iniciar uma redução ordenada das operações para evitar que aeronaves e tripulações fiquem retidas em sua malha. Analistas estimam que uma paralisação total cancelaria cerca de 650 voos por dia, afetando mais de 100 mil passageiros, incluindo viagens corporativas essenciais entre Calgary, Toronto, Vancouver e hubs nos EUA.
A companhia já começou a limitar novas reservas e está negociando com a Air Canada um acordo interline para realocar clientes afetados em voos alternativos, quando houver assentos disponíveis. Para gestores de mobilidade global, a recomendação é clara: revisar todas as viagens de funcionários envolvendo a WestJet até a primeira semana de agosto, garantir voos de backup em outras companhias antes que o estoque da alta temporada se esgote e orientar os viajantes a guardar recibos para possíveis pedidos de compensação.
Empresas com compromissos urgentes ou movimentação de tripulações devem considerar alternativas de fretamento ou transporte terrestre e validar vistos de contingência para rotas aos EUA, já que a disponibilidade de assentos de última hora pode não respeitar acordos interline. Mesmo que a greve seja evitada, a ameaça evidencia a volatilidade trabalhista contínua na aviação norte-americana — um fator de risco que as políticas de viagens corporativas precisam incorporar, junto a questões climáticas e de cibersegurança.
Com grandes acordos coletivos da Air Canada e da Agência de Serviços de Fronteira do Canadá previstos para renovação ainda este ano, especialistas alertam que os viajantes devem se preparar para mais interrupções ao longo de 2026.
O impasse ocorre após semanas de negociações travadas sobre o pagamento pelo tempo de “dever” não voado e regras de escalas. Representantes dos comissários afirmam que os membros realizam rotineiramente tarefas obrigatórias antes e depois dos voos que não são remuneradas — o que equivaleria a “quase duas horas de trabalho não pago por voo”. A WestJet argumenta que seu modelo de compensação está alinhado com os padrões da indústria norte-americana e alerta que aumentos excessivos de custos podem comprometer a sustentabilidade das rotas, especialmente em aeroportos regionais que operam com margens reduzidas.
Caso as partes não cheguem a um acordo até 2 de agosto (data legal mais próxima para a greve), a WestJet planeja iniciar uma redução ordenada das operações para evitar que aeronaves e tripulações fiquem retidas em sua malha. Analistas estimam que uma paralisação total cancelaria cerca de 650 voos por dia, afetando mais de 100 mil passageiros, incluindo viagens corporativas essenciais entre Calgary, Toronto, Vancouver e hubs nos EUA.
A companhia já começou a limitar novas reservas e está negociando com a Air Canada um acordo interline para realocar clientes afetados em voos alternativos, quando houver assentos disponíveis. Para gestores de mobilidade global, a recomendação é clara: revisar todas as viagens de funcionários envolvendo a WestJet até a primeira semana de agosto, garantir voos de backup em outras companhias antes que o estoque da alta temporada se esgote e orientar os viajantes a guardar recibos para possíveis pedidos de compensação.
Empresas com compromissos urgentes ou movimentação de tripulações devem considerar alternativas de fretamento ou transporte terrestre e validar vistos de contingência para rotas aos EUA, já que a disponibilidade de assentos de última hora pode não respeitar acordos interline. Mesmo que a greve seja evitada, a ameaça evidencia a volatilidade trabalhista contínua na aviação norte-americana — um fator de risco que as políticas de viagens corporativas precisam incorporar, junto a questões climáticas e de cibersegurança.
Com grandes acordos coletivos da Air Canada e da Agência de Serviços de Fronteira do Canadá previstos para renovação ainda este ano, especialistas alertam que os viajantes devem se preparar para mais interrupções ao longo de 2026.
Fonte: WestJet
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