
Agentes da Receita Federal do Brasil na Ponte da Amizade, entre Foz do Iguaçu (Paraná) e Ciudad del Este (Paraguai), iniciaram em 1º de outubro, às 7h, testes ao vivo de um sistema de identificação por impressão da palma da mão. O projeto-piloto faz parte de um programa governamental mais amplo para criar “fronteiras inteligentes” capazes de processar o crescente fluxo transfronteiriço sem comprometer a segurança.
Como funciona o piloto – Os viajantes que concordam em participar param em um quiosque onde um leitor sem contato captura uma imagem infravermelha da palma inteira da mão. O modelo é instantaneamente comparado com listas de vigilância e bancos de dados migratórios da Receita Federal. Uma luz verde autoriza a entrada, enquanto uma luz vermelha aciona uma inspeção secundária. Nesta primeira fase, o processo é voluntário; os agentes de fronteira coletarão dados tradicionais do passaporte paralelamente para validar os indicadores de desempenho.
Por que isso é importante para a mobilidade – A Ponte da Amizade é a passagem terrestre mais movimentada do Brasil: antes da pandemia, registrava cerca de 32 mil travessias de pedestres por dia. A nova tecnologia, se bem-sucedida, promete reduzir o tempo médio de processamento dos pedestres dos atuais 45 a 60 segundos para menos de 15 segundos, aliviando o congestionamento crônico e oferecendo aos viajantes que cumprem as regras uma experiência mais rápida e sem contato. As autoridades também veem o registro biométrico como uma ferramenta para coibir reentradas ilegais e melhorar o rastreamento de permanências irregulares.
Implicações para os negócios – Milhares de trabalhadores brasileiros e paraguaios cruzam diariamente a fronteira para atuar em centros comerciais e logísticos em ambos os lados. A liberação mais rápida pode significar janelas de compras mais longas e operações de cadeia de suprimentos mais eficientes para empresas que dependem de coletas no mesmo dia na zona de livre comércio binacional. Se expandido para as faixas de veículos, as transportadoras esperam economias em horas extras de motoristas, combustível e custos de refrigeração. Fornecedores de tecnologia — incluindo duas startups brasileiras que desenvolveram o motor de correspondência por IA — acompanham o teste de perto como um trampolim para implantações em aeroportos e portos marítimos.
Próximos passos – A Receita Federal conduzirá o teste por 45 dias, avaliando o fluxo, taxas de falso reconhecimento e aceitação dos usuários. Uma avaliação positiva abriria caminho para a Fase 2, que estenderia a biometria da palma para motocicletas e carros particulares até o início de 2027. O Ministério dos Portos e Aeroportos já reservou orçamento para instalar os mesmos leitores nos terminais internacionais de Guarulhos e Galeão no primeiro semestre do próximo ano, parte da nova Estratégia Nacional Biométrica do Brasil anunciada em agosto.
Como funciona o piloto – Os viajantes que concordam em participar param em um quiosque onde um leitor sem contato captura uma imagem infravermelha da palma inteira da mão. O modelo é instantaneamente comparado com listas de vigilância e bancos de dados migratórios da Receita Federal. Uma luz verde autoriza a entrada, enquanto uma luz vermelha aciona uma inspeção secundária. Nesta primeira fase, o processo é voluntário; os agentes de fronteira coletarão dados tradicionais do passaporte paralelamente para validar os indicadores de desempenho.
Por que isso é importante para a mobilidade – A Ponte da Amizade é a passagem terrestre mais movimentada do Brasil: antes da pandemia, registrava cerca de 32 mil travessias de pedestres por dia. A nova tecnologia, se bem-sucedida, promete reduzir o tempo médio de processamento dos pedestres dos atuais 45 a 60 segundos para menos de 15 segundos, aliviando o congestionamento crônico e oferecendo aos viajantes que cumprem as regras uma experiência mais rápida e sem contato. As autoridades também veem o registro biométrico como uma ferramenta para coibir reentradas ilegais e melhorar o rastreamento de permanências irregulares.
Implicações para os negócios – Milhares de trabalhadores brasileiros e paraguaios cruzam diariamente a fronteira para atuar em centros comerciais e logísticos em ambos os lados. A liberação mais rápida pode significar janelas de compras mais longas e operações de cadeia de suprimentos mais eficientes para empresas que dependem de coletas no mesmo dia na zona de livre comércio binacional. Se expandido para as faixas de veículos, as transportadoras esperam economias em horas extras de motoristas, combustível e custos de refrigeração. Fornecedores de tecnologia — incluindo duas startups brasileiras que desenvolveram o motor de correspondência por IA — acompanham o teste de perto como um trampolim para implantações em aeroportos e portos marítimos.
Próximos passos – A Receita Federal conduzirá o teste por 45 dias, avaliando o fluxo, taxas de falso reconhecimento e aceitação dos usuários. Uma avaliação positiva abriria caminho para a Fase 2, que estenderia a biometria da palma para motocicletas e carros particulares até o início de 2027. O Ministério dos Portos e Aeroportos já reservou orçamento para instalar os mesmos leitores nos terminais internacionais de Guarulhos e Galeão no primeiro semestre do próximo ano, parte da nova Estratégia Nacional Biométrica do Brasil anunciada em agosto.
Fonte: Almanaque Futuro