
O Grupo LATAM Airlines confirmou em 9 de março de 2026, durante a conferência ISTAT Americas, que irá alugar cinco jatos Airbus A321neo da CDB Aviation, com entregas previstas para o segundo trimestre de 2026. A variante A321-271NX conta com layouts Airbus Cabin Flex e motores Pratt & Whitney GTF, oferecendo uma redução de 20% no consumo de combustível e alcance suficiente para operar voos diretos entre Brasil–Peru e Brasil–Chile.
Para os viajantes corporativos, a maior capacidade deve aliviar a escassez de assentos nas rotas São Paulo–Lima, São Paulo–Santiago e Rio de Janeiro–Buenos Aires, que frequentemente esgotam durante conferências regionais. A LATAM afirma que o narrow-body maior permitirá “aumentar a capacidade” em trechos domésticos densos, como São Paulo Congonhas–Recife, liberando aeronaves wide-body para voos intercontinentais.
A configuração Cabin Flex possibilitará entre 220 e 230 assentos em modo totalmente econômico ou um layout misto com uma seção premium economy, atraente para passageiros de negócios. O pedido está alinhado à estratégia pós-Capítulo 11 da companhia, focada na simplificação da frota e sustentabilidade: a substituição dos antigos A321ceos reduzirá as emissões de CO₂ em cerca de 25 mil toneladas por ano apenas nas operações brasileiras.
O desempenho de redução de ruído permite slots noturnos em Congonhas e Buenos Aires Ezeiza, potencialmente adicionando voos noturnos que atraem executivos com horários apertados. O vice-presidente da CDB Aviation para as Américas destacou a forte demanda por capacidade na América do Sul, observando que a recuperação das viagens corporativas no Brasil atingiu 92% dos níveis de 2019 no último trimestre.
O leasing, em vez da compra, permite que a LATAM aumente a capacidade rapidamente sem grandes desembolsos de capital — uma estratégia que outras companhias brasileiras podem seguir enquanto as taxas de juros permanecem altas. Gestores de viagens devem acompanhar as atualizações de horários a partir de meados de 2026 e considerar renegociar os tetos das tarifas corporativas quando os jatos de maior densidade entrarem em operação.
A iniciativa também reforça o compromisso do Brasil com uma aviação mais sustentável, apoiando metas ESG para empresas com políticas de viagens vinculadas à sustentabilidade.
Para os viajantes corporativos, a maior capacidade deve aliviar a escassez de assentos nas rotas São Paulo–Lima, São Paulo–Santiago e Rio de Janeiro–Buenos Aires, que frequentemente esgotam durante conferências regionais. A LATAM afirma que o narrow-body maior permitirá “aumentar a capacidade” em trechos domésticos densos, como São Paulo Congonhas–Recife, liberando aeronaves wide-body para voos intercontinentais.
A configuração Cabin Flex possibilitará entre 220 e 230 assentos em modo totalmente econômico ou um layout misto com uma seção premium economy, atraente para passageiros de negócios. O pedido está alinhado à estratégia pós-Capítulo 11 da companhia, focada na simplificação da frota e sustentabilidade: a substituição dos antigos A321ceos reduzirá as emissões de CO₂ em cerca de 25 mil toneladas por ano apenas nas operações brasileiras.
O desempenho de redução de ruído permite slots noturnos em Congonhas e Buenos Aires Ezeiza, potencialmente adicionando voos noturnos que atraem executivos com horários apertados. O vice-presidente da CDB Aviation para as Américas destacou a forte demanda por capacidade na América do Sul, observando que a recuperação das viagens corporativas no Brasil atingiu 92% dos níveis de 2019 no último trimestre.
O leasing, em vez da compra, permite que a LATAM aumente a capacidade rapidamente sem grandes desembolsos de capital — uma estratégia que outras companhias brasileiras podem seguir enquanto as taxas de juros permanecem altas. Gestores de viagens devem acompanhar as atualizações de horários a partir de meados de 2026 e considerar renegociar os tetos das tarifas corporativas quando os jatos de maior densidade entrarem em operação.
A iniciativa também reforça o compromisso do Brasil com uma aviação mais sustentável, apoiando metas ESG para empresas com políticas de viagens vinculadas à sustentabilidade.
Fonte: Aviacionline