
Uma série de relatórios vazados de inspeção da União Europeia levantou novas dúvidas sobre a forma como a gigante privada de terceirização VFS Global lida com pedidos de visto Schengen na Índia. Segundo documentos analisados pelo The Indian Express e Moneycontrol, uma delegação da UE com 20 membros que visitou os centros em Delhi e Mumbai no início de 2026 apontou problemas que vão desde a entrada incorreta de dados até a suposta venda de horários de atendimento por funcionários e agentes indiretos. Um dos relatórios indicou que alguns dados biométricos foram armazenados em mídias não criptografadas, o que pode violar o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da UE.
A VFS Global, que atende 71 governos ao redor do mundo e processa milhões de pedidos indianos anualmente, negou falhas sistêmicas e afirmou estar “sujeita a uma supervisão rigorosa e contínua”. Em comunicado por escrito, a empresa argumentou que o volume de agendamentos, a precificação dos serviços adicionais e as regras de retenção de dados são definidos pelas embaixadas clientes, e não pelo fornecedor.
Ainda assim, autoridades da UE recomendaram que os Estados-Membros reforcem cláusulas contratuais sobre segurança de dados e realizem auditorias surpresa a cada seis meses. Para empresas que dependem da emissão rápida de vistos Schengen — especialmente nos setores de TI e farmacêutico — qualquer atraso ou camada extra de conformidade nos balcões da VFS pode significar o adiamento de projetos e aplicação de multas contratuais.
Por isso, gestores de viagens estão orientando os funcionários a protocolar os pedidos com pelo menos cinco semanas de antecedência e a reservar orçamento para taxas de lounges premium apenas quando estritamente necessário. Algumas grandes empresas estão negociando blocos de agendamento em grupo diretamente com as missões da UE para evitar plataformas terceirizadas de marcação.
A controvérsia também reacende o debate sobre a forte dependência da Índia em serviços terceirizados para vistos. O Secretário de Relações Exteriores afirmou à imprensa no mês passado que Nova Délhi pressionará governos parceiros para retomar o processamento interno em categorias de “importância estratégica para negócios”, sugerindo um possível projeto-piloto com Alemanha e França ainda este ano.
Até que qualquer mudança estrutural aconteça, os solicitantes têm pouca opção a não ser operar dentro do ecossistema da VFS — tornando essencial que as equipes de RH orientem os viajantes a evitar agentes não oficiais, proteger seus dados pessoais e exigir recibos oficiais para cada rupia gasta.
A VFS Global, que atende 71 governos ao redor do mundo e processa milhões de pedidos indianos anualmente, negou falhas sistêmicas e afirmou estar “sujeita a uma supervisão rigorosa e contínua”. Em comunicado por escrito, a empresa argumentou que o volume de agendamentos, a precificação dos serviços adicionais e as regras de retenção de dados são definidos pelas embaixadas clientes, e não pelo fornecedor.
Ainda assim, autoridades da UE recomendaram que os Estados-Membros reforcem cláusulas contratuais sobre segurança de dados e realizem auditorias surpresa a cada seis meses. Para empresas que dependem da emissão rápida de vistos Schengen — especialmente nos setores de TI e farmacêutico — qualquer atraso ou camada extra de conformidade nos balcões da VFS pode significar o adiamento de projetos e aplicação de multas contratuais.
Por isso, gestores de viagens estão orientando os funcionários a protocolar os pedidos com pelo menos cinco semanas de antecedência e a reservar orçamento para taxas de lounges premium apenas quando estritamente necessário. Algumas grandes empresas estão negociando blocos de agendamento em grupo diretamente com as missões da UE para evitar plataformas terceirizadas de marcação.
A controvérsia também reacende o debate sobre a forte dependência da Índia em serviços terceirizados para vistos. O Secretário de Relações Exteriores afirmou à imprensa no mês passado que Nova Délhi pressionará governos parceiros para retomar o processamento interno em categorias de “importância estratégica para negócios”, sugerindo um possível projeto-piloto com Alemanha e França ainda este ano.
Até que qualquer mudança estrutural aconteça, os solicitantes têm pouca opção a não ser operar dentro do ecossistema da VFS — tornando essencial que as equipes de RH orientem os viajantes a evitar agentes não oficiais, proteger seus dados pessoais e exigir recibos oficiais para cada rupia gasta.
Fonte: The Indian Express