
Negociadores da União Europeia concordaram em 16 de junho em manter a regra tradicional que garante aos passageiros uma compensação financeira quando o voo chega com mais de três horas de atraso. O acordo encerra uma batalha de lobby que durou uma década e significa que os viajantes que partem ou chegam aos dois aeroportos internacionais de Chipre continuarão a receber entre €250 e €600, dependendo da distância do voo, sempre que o atraso ultrapassar as três horas.
A decisão é especialmente importante para Chipre, onde residentes e trabalhadores expatriados dependem fortemente das conexões aéreas com a Europa continental. Os aeroportos de Larnaca e Paphos receberam juntos 12 milhões de passageiros no ano passado, com setores como turismo, energia offshore e o crescente setor tecnológico da ilha dependendo de voos previsíveis.
Gestores de recursos humanos afirmam que a garantia da compensação ajuda as empresas a cumprirem suas obrigações de cuidado com os viajantes a negócios, especialmente durante a alta temporada de verão, quando a capacidade está no limite. As companhias aéreas tentaram aumentar o limite para quatro horas ou impor um teto nas indenizações, alegando que regras rígidas elevam os custos operacionais. Grupos de defesa do consumidor, incluindo a Associação de Proteção dos Viajantes de Chipre, argumentaram que qualquer flexibilização prejudicaria principalmente os estados membros periféricos, onde as alternativas de transporte são limitadas.
Ao manter a regra atual, os negociadores também rejeitaram propostas para cobrar dos pais um valor extra para sentar com os filhos e impediram que as companhias aéreas obrigassem os passageiros a baixar aplicativos para obter o cartão de embarque.
Para as empresas que organizam viagens a Chipre, a recomendação é clara: incorpore o regime de compensação vigente nas políticas de viagem e oriente os funcionários sobre como registrar reclamações rapidamente, seja pelos portais das companhias aéreas ou pela plataforma online de resolução de disputas da UE. Os viajantes devem guardar os cartões de embarque e capturas de tela do horário de chegada como comprovantes.
As companhias aéreas que operam em Chipre (especialmente as de baixo custo) podem tentar limitar gastos adicionais em outras áreas, por isso os viajantes devem ficar atentos a novas tarifas para bagagem de mão e incluí-las no cálculo do custo total da viagem.
A decisão é especialmente importante para Chipre, onde residentes e trabalhadores expatriados dependem fortemente das conexões aéreas com a Europa continental. Os aeroportos de Larnaca e Paphos receberam juntos 12 milhões de passageiros no ano passado, com setores como turismo, energia offshore e o crescente setor tecnológico da ilha dependendo de voos previsíveis.
Gestores de recursos humanos afirmam que a garantia da compensação ajuda as empresas a cumprirem suas obrigações de cuidado com os viajantes a negócios, especialmente durante a alta temporada de verão, quando a capacidade está no limite. As companhias aéreas tentaram aumentar o limite para quatro horas ou impor um teto nas indenizações, alegando que regras rígidas elevam os custos operacionais. Grupos de defesa do consumidor, incluindo a Associação de Proteção dos Viajantes de Chipre, argumentaram que qualquer flexibilização prejudicaria principalmente os estados membros periféricos, onde as alternativas de transporte são limitadas.
Ao manter a regra atual, os negociadores também rejeitaram propostas para cobrar dos pais um valor extra para sentar com os filhos e impediram que as companhias aéreas obrigassem os passageiros a baixar aplicativos para obter o cartão de embarque.
Para as empresas que organizam viagens a Chipre, a recomendação é clara: incorpore o regime de compensação vigente nas políticas de viagem e oriente os funcionários sobre como registrar reclamações rapidamente, seja pelos portais das companhias aéreas ou pela plataforma online de resolução de disputas da UE. Os viajantes devem guardar os cartões de embarque e capturas de tela do horário de chegada como comprovantes.
As companhias aéreas que operam em Chipre (especialmente as de baixo custo) podem tentar limitar gastos adicionais em outras áreas, por isso os viajantes devem ficar atentos a novas tarifas para bagagem de mão e incluí-las no cálculo do custo total da viagem.
Fonte: Cyprus Mail (Reuters)