
O Ministério de Recursos Humanos e Emiratização (MoHRE) endureceu as metas de nacionalização para o setor privado de saúde em rápido crescimento nos Emirados Árabes Unidos. Segundo uma resolução publicada em 16 de junho, hospitais, clínicas e centros de diagnóstico com 50 ou mais funcionários devem garantir que metade da sua cota anual de Emiratização seja preenchida por cargos médicos especializados, como médicos, enfermeiros, farmacêuticos e profissionais de saúde aliados; a outra metade pode ser ocupada por funções administrativas ou cargos qualificados gerais. As instituições já precisam aumentar anualmente em dois pontos percentuais o número total de Emiratis em cargos qualificados, sob pena de sanções em caso de descumprimento.
A nova regra “50-50” eleva o padrão e reflete a preocupação do governo de que alguns empregadores estavam cumprindo as cotas concentrando contratações em funções administrativas, em vez de áreas clínicas essenciais. As inspeções começarão no início de 2027, dando aos departamentos de RH seis meses para planejar o quadro de pessoal, divulgar vagas pela plataforma Nafis e orçar possíveis diferenças salariais.
Para grupos globais de saúde com subsidiárias nos Emirados, a mudança traz implicações diretas na mobilidade: clínicos expatriados especialistas podem ter dificuldades na renovação de seus vistos de trabalho, a menos que sejam realocados para programas de treinamento de especialização ou cargos de liderança que justifiquem exceções. As organizações precisarão aprimorar o planejamento sucessório, desenvolver pipelines de talentos Emiratis e revisar políticas de rotação para médicos estrangeiros com contratos de dois anos.
Farida Al Ali, do MoHRE, definiu a medida como um passo rumo a “caminhos de carreira equilibrados e de longo prazo” para os nacionais, em um setor onde os Emiratis representam atualmente apenas 7% da força de trabalho, sendo 82% deles mulheres. Os atores do setor receberam a medida com aprovação, mas alertaram para o mercado regional restrito de especialistas que falam árabe. Espera-se um aumento no recrutamento transfronteiriço de Omã e Bahrein, onde iniciativas semelhantes de nacionalização estão em andamento.
Empregadores que não cumprirem as regras enfrentarão multas mensais e possível suspensão da emissão de novos vistos de trabalho — um risco que pode comprometer planos de expansão ou inauguração de novos hospitais. Multinacionais devem incorporar as novas proporções em suas matrizes de aprovação para **Atribuições Globais de Curto Prazo** e destacar a regra nas cartas de oferta para expatriados, garantindo clareza nas expectativas.
A nova regra “50-50” eleva o padrão e reflete a preocupação do governo de que alguns empregadores estavam cumprindo as cotas concentrando contratações em funções administrativas, em vez de áreas clínicas essenciais. As inspeções começarão no início de 2027, dando aos departamentos de RH seis meses para planejar o quadro de pessoal, divulgar vagas pela plataforma Nafis e orçar possíveis diferenças salariais.
Para grupos globais de saúde com subsidiárias nos Emirados, a mudança traz implicações diretas na mobilidade: clínicos expatriados especialistas podem ter dificuldades na renovação de seus vistos de trabalho, a menos que sejam realocados para programas de treinamento de especialização ou cargos de liderança que justifiquem exceções. As organizações precisarão aprimorar o planejamento sucessório, desenvolver pipelines de talentos Emiratis e revisar políticas de rotação para médicos estrangeiros com contratos de dois anos.
Farida Al Ali, do MoHRE, definiu a medida como um passo rumo a “caminhos de carreira equilibrados e de longo prazo” para os nacionais, em um setor onde os Emiratis representam atualmente apenas 7% da força de trabalho, sendo 82% deles mulheres. Os atores do setor receberam a medida com aprovação, mas alertaram para o mercado regional restrito de especialistas que falam árabe. Espera-se um aumento no recrutamento transfronteiriço de Omã e Bahrein, onde iniciativas semelhantes de nacionalização estão em andamento.
Empregadores que não cumprirem as regras enfrentarão multas mensais e possível suspensão da emissão de novos vistos de trabalho — um risco que pode comprometer planos de expansão ou inauguração de novos hospitais. Multinacionais devem incorporar as novas proporções em suas matrizes de aprovação para **Atribuições Globais de Curto Prazo** e destacar a regra nas cartas de oferta para expatriados, garantindo clareza nas expectativas.
Fonte: Khaleej Times
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