
O Departamento de Imigração de Hong Kong ativou discretamente o primeiro “corredor eletrônico sem contato” totalmente integrado da cidade no ponto de controle da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau (HZMB). A faixa — chamada de “無感 e-道” (“corredor eletrônico sem sensação”) — utiliza câmeras de reconhecimento facial de longo alcance e sensores de caminhada para identificar os viajantes enquanto eles continuam andando. Não é necessário cartão de identidade de Hong Kong, código QR ou digital; assim que o sistema reconhece o rosto do viajante nos registros de Imigração, as portas de vidro se abrem e o passageiro é liberado em cerca de cinco segundos.
Inicialmente, o serviço está disponível apenas para residentes de Hong Kong que tenham usado a ponte pelo menos dez vezes nos últimos 90 dias — cerca de 50 mil passageiros frequentes. Legisladores que visitaram o local em 23 de junho afirmaram que a tecnologia demonstra como Hong Kong pode transformar os tradicionais “gargalos” do controle de fronteira em infraestrutura de cidade inteligente. Eles pediram que as autoridades flexibilizem os critérios de elegibilidade para que idosos e viajantes ocasionais também possam se beneficiar, além de replicar as faixas em Lo Wu, Shenzhen Bay e no aeroporto, após a coleta de dados sobre confiabilidade e segurança.
Para empresas que transportam executivos entre Hong Kong e cidades do interior na Grande Baía, o projeto-piloto representa uma redução significativa no tempo total de viagem. Operadoras de ônibus transfronteiriços estimam uma economia de 15 a 20 minutos por passageiro nos horários de pico; empresas de logística esperam maior agilidade na troca de motoristas. As equipes de recursos humanos precisarão atualizar as políticas de viagem, já que os funcionários cadastrados não precisarão mais retirar máscaras ou apresentar documentos na entrada.
A nova faixa também serve como campo de testes para o planejado “ID de Viagem Integrado” de Hong Kong, que promete um token biométrico unificado para pontos de controle aéreo, terrestre e marítimo até 2028. Especialistas em privacidade destacam que os dados capturados na HZMB permanecem armazenados localmente em um centro de dados dedicado do Departamento de Imigração, sem envolvimento de serviços em nuvem de terceiros. Os viajantes podem optar por sair do sistema a qualquer momento, voltando ao corredor eletrônico tradicional.
Se o piloto for bem-sucedido, o governo pretende liberar mais de 90% dos passageiros da ponte por meio de canais integrados em até três anos — parte de um esforço maior para tornar a mobilidade transfronteiriça tão simples quanto usar o MTR. Para multinacionais que movimentam talentos pela região do Delta do Rio das Pérolas, isso pode significar ganhos expressivos de produtividade e uma experiência mais fluida para os funcionários.
Inicialmente, o serviço está disponível apenas para residentes de Hong Kong que tenham usado a ponte pelo menos dez vezes nos últimos 90 dias — cerca de 50 mil passageiros frequentes. Legisladores que visitaram o local em 23 de junho afirmaram que a tecnologia demonstra como Hong Kong pode transformar os tradicionais “gargalos” do controle de fronteira em infraestrutura de cidade inteligente. Eles pediram que as autoridades flexibilizem os critérios de elegibilidade para que idosos e viajantes ocasionais também possam se beneficiar, além de replicar as faixas em Lo Wu, Shenzhen Bay e no aeroporto, após a coleta de dados sobre confiabilidade e segurança.
Para empresas que transportam executivos entre Hong Kong e cidades do interior na Grande Baía, o projeto-piloto representa uma redução significativa no tempo total de viagem. Operadoras de ônibus transfronteiriços estimam uma economia de 15 a 20 minutos por passageiro nos horários de pico; empresas de logística esperam maior agilidade na troca de motoristas. As equipes de recursos humanos precisarão atualizar as políticas de viagem, já que os funcionários cadastrados não precisarão mais retirar máscaras ou apresentar documentos na entrada.
A nova faixa também serve como campo de testes para o planejado “ID de Viagem Integrado” de Hong Kong, que promete um token biométrico unificado para pontos de controle aéreo, terrestre e marítimo até 2028. Especialistas em privacidade destacam que os dados capturados na HZMB permanecem armazenados localmente em um centro de dados dedicado do Departamento de Imigração, sem envolvimento de serviços em nuvem de terceiros. Os viajantes podem optar por sair do sistema a qualquer momento, voltando ao corredor eletrônico tradicional.
Se o piloto for bem-sucedido, o governo pretende liberar mais de 90% dos passageiros da ponte por meio de canais integrados em até três anos — parte de um esforço maior para tornar a mobilidade transfronteiriça tão simples quanto usar o MTR. Para multinacionais que movimentam talentos pela região do Delta do Rio das Pérolas, isso pode significar ganhos expressivos de produtividade e uma experiência mais fluida para os funcionários.
Fonte: Wen Wei Po
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