
Viajantes em trânsito pelos aeroportos de Sydney e Melbourne no dia 26 de setembro enfrentaram interrupções intermitentes nos quiosques SmartGate de passaportes eletrônicos, resultando em filas de atendimento manual de até 45 minutos nos horários de pico. As autoridades aeroportuárias atribuíram o problema a uma atualização de software aplicada durante a noite, que afetou a verificação biométrica de alguns passaportes com chip eletrônico. A varejista Mont Laurént aproveitou a situação para destacar a crescente demanda por carteiras compactas para documentos de viagem e capas bloqueadoras de RFID. “A automação é fantástica — até quando não é”, afirmou a proprietária Gemma Lumley, apontando para um aumento de 30% nas vendas após publicações nas redes sociais mostrarem filas se estendendo pelos saguões de desembarque. As companhias aéreas orientaram passageiros premium a reservarem tempo extra e lembraram que o passaporte físico ainda deve ser apresentado, mesmo com o uso de cartões de embarque móveis e declarações digitais. O Departamento de Assuntos Internos confirmou que o funcionamento do SmartGate foi restabelecido no início da tarde, mas recomendou manter os documentos facilmente acessíveis em caso de novas falhas. Para os gestores de mobilidade, o incidente reforça a importância de planos de contingência para falhas em sistemas automatizados de fronteira. Empresas com conexões apertadas estão revisando suas políticas de escala, e algumas estão retomando serviços de acompanhamento para viajantes de alto valor até que a estabilidade do sistema seja garantida. Fornecedores de TI aeroportuária informam que um programa de atualização mais amplo, previsto para outubro, incluirá redundância baseada em nuvem, o que deve minimizar futuras interrupções, embora problemas iniciais ainda sejam esperados durante a implementação.
Fonte: WBOC – Press Releases