
Profissionais de migração estão em alerta após fontes do setor e pareceres jurídicos confirmarem que a Diretriz Ministerial 123, assinada pelo Ministro do Interior Tony Burke em 18 de setembro de 2026, entrará em vigor em 31 de outubro. Uma atualização da World Visa Academy, publicada em 22 de outubro, lembra aos empregadores que a nova Diretriz substitui a Diretriz 110 como o modelo que os oficiais de imigração devem seguir ao recusar, cancelar ou restabelecer vistos por motivos de caráter, conforme o artigo 501 da Lei de Migração.
A Diretriz 123 não altera o teste estatutário de caráter em si; em vez disso, redefine o peso dado às considerações concorrentes. A proteção da comunidade australiana é priorizada, enquanto fatores como vínculos comerciais do indivíduo ou tempo de residência recebem menor ênfase. A Diretriz também amplia a definição de conduta inaceitável para incluir discurso de ódio, incitação pública à violência e associação com organizações extremistas ou de ódio designadas — em conformidade com a Lei de Combate ao Antissemitismo, Ódio e Extremismo, de janeiro.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a mudança aumenta o risco para funcionários com antecedentes criminais, mesmo que as penas tenham sido leves ou cumpridas no exterior. Qualquer pedido de visto em andamento ou revisão de cancelamento pendente que dependa de questões de caráter será avaliado segundo as novas diretrizes mais rigorosas, se decidido a partir de 31 de outubro.
Passos práticos recomendados por advogados de migração incluem a obtenção de certidões criminais atualizadas, a coleta de provas de reabilitação e a preparação de argumentos detalhados que abordem fatores relacionados às expectativas da comunidade. As empresas devem auditar suas equipes atuais — especialmente portadores de vistos Temporários de Habilidades (subclasse 482) e de Estudante — para identificar possíveis riscos e garantir que tenham acesso a assessoria jurídica especializada antes da entrada em vigor da nova Diretriz.
Embora o governo apresente a mudança como uma medida de segurança comunitária, grupos do setor alertam que isso pode gerar incertezas para segmentos já afetados pela escassez de mão de obra qualificada, já que casos limítrofes podem ter vistos cancelados com pouca antecedência. Os empregadores são aconselhados a acompanhar os anúncios do Ministério do Interior e a incluir a possibilidade de interrupções na força de trabalho em seus planos de contingência.
A Diretriz 123 não altera o teste estatutário de caráter em si; em vez disso, redefine o peso dado às considerações concorrentes. A proteção da comunidade australiana é priorizada, enquanto fatores como vínculos comerciais do indivíduo ou tempo de residência recebem menor ênfase. A Diretriz também amplia a definição de conduta inaceitável para incluir discurso de ódio, incitação pública à violência e associação com organizações extremistas ou de ódio designadas — em conformidade com a Lei de Combate ao Antissemitismo, Ódio e Extremismo, de janeiro.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a mudança aumenta o risco para funcionários com antecedentes criminais, mesmo que as penas tenham sido leves ou cumpridas no exterior. Qualquer pedido de visto em andamento ou revisão de cancelamento pendente que dependa de questões de caráter será avaliado segundo as novas diretrizes mais rigorosas, se decidido a partir de 31 de outubro.
Passos práticos recomendados por advogados de migração incluem a obtenção de certidões criminais atualizadas, a coleta de provas de reabilitação e a preparação de argumentos detalhados que abordem fatores relacionados às expectativas da comunidade. As empresas devem auditar suas equipes atuais — especialmente portadores de vistos Temporários de Habilidades (subclasse 482) e de Estudante — para identificar possíveis riscos e garantir que tenham acesso a assessoria jurídica especializada antes da entrada em vigor da nova Diretriz.
Embora o governo apresente a mudança como uma medida de segurança comunitária, grupos do setor alertam que isso pode gerar incertezas para segmentos já afetados pela escassez de mão de obra qualificada, já que casos limítrofes podem ter vistos cancelados com pouca antecedência. Os empregadores são aconselhados a acompanhar os anúncios do Ministério do Interior e a incluir a possibilidade de interrupções na força de trabalho em seus planos de contingência.