
A primeira correria de viagens de Natal desde que a Finlândia ativou o Sistema de Entrada/Saída da UE (EES) está revelando sérios problemas de adaptação. Segundo um relatório da Airports Council International Europe divulgado em 21 de dezembro, o controle de fronteira para cidadãos de países terceiros isentos de visto no aeroporto de Helsinki-Vantaa está até 70% mais lento do que no ano passado. Esperas de até 55 minutos foram registradas em 18 de dezembro para passageiros do Reino Unido e dos EUA, que precisaram cadastrar impressões digitais e um modelo facial nos quiosques biométricos antes de passar pelo atendimento manual.
O problema principal é a capacidade. O aeroporto instalou 36 quiosques, mas falhas no software e a falta de agentes de fronteira treinados fazem com que até um terço deles fique fora de operação nos horários de pico, gerando filas que se estendem pelo saguão de embarque. A Finavia, operadora do aeroporto, abriu “zonas biométricas” extras e desviou alguns passageiros por portões de chegada não utilizados; as companhias aéreas recomendam que os viajantes cheguem com pelo menos três horas de antecedência.
Pelo EES, todo visitante de fora da UE/Schengen que chega pela primeira vez deve fazer o cadastro biométrico. Os dados são válidos por três anos, após os quais os viajantes podem usar os portões automáticos. As autoridades esperam que a proporção de passageiros que precisam fazer o cadastro pela primeira vez suba dos atuais 10% para cerca de 35% em 9 de janeiro, quando os voos charter para a Lapônia atingem o pico, aumentando o risco de congestionamento.
Gestores de viagens corporativas já estão aumentando os tempos de conexão, distribuindo guias passo a passo para o uso dos quiosques e avaliando serviços de concierge para passageiros VIP. Fornecedores de tecnologia correm para integrar recursos de pré-cadastro em aplicativos móveis, permitindo que os viajantes enviem dados biométricos antes da chegada; a Comissão Europeia estuda autorizações temporárias caso os gargalos persistam até a Páscoa de 2026.
Para os 2 milhões de visitantes não pertencentes à UE que fazem conexão em Helsinki anualmente — muitos deles em trânsito entre Ásia e América do Norte — a mensagem é clara: programe conexões mais longas, leve comprovante impresso de viagem seguinte para evitar problemas em caso de conexões perdidas e acompanhe os alertas da Finavia em tempo real.
O problema principal é a capacidade. O aeroporto instalou 36 quiosques, mas falhas no software e a falta de agentes de fronteira treinados fazem com que até um terço deles fique fora de operação nos horários de pico, gerando filas que se estendem pelo saguão de embarque. A Finavia, operadora do aeroporto, abriu “zonas biométricas” extras e desviou alguns passageiros por portões de chegada não utilizados; as companhias aéreas recomendam que os viajantes cheguem com pelo menos três horas de antecedência.
Pelo EES, todo visitante de fora da UE/Schengen que chega pela primeira vez deve fazer o cadastro biométrico. Os dados são válidos por três anos, após os quais os viajantes podem usar os portões automáticos. As autoridades esperam que a proporção de passageiros que precisam fazer o cadastro pela primeira vez suba dos atuais 10% para cerca de 35% em 9 de janeiro, quando os voos charter para a Lapônia atingem o pico, aumentando o risco de congestionamento.
Gestores de viagens corporativas já estão aumentando os tempos de conexão, distribuindo guias passo a passo para o uso dos quiosques e avaliando serviços de concierge para passageiros VIP. Fornecedores de tecnologia correm para integrar recursos de pré-cadastro em aplicativos móveis, permitindo que os viajantes enviem dados biométricos antes da chegada; a Comissão Europeia estuda autorizações temporárias caso os gargalos persistam até a Páscoa de 2026.
Para os 2 milhões de visitantes não pertencentes à UE que fazem conexão em Helsinki anualmente — muitos deles em trânsito entre Ásia e América do Norte — a mensagem é clara: programe conexões mais longas, leve comprovante impresso de viagem seguinte para evitar problemas em caso de conexões perdidas e acompanhe os alertas da Finavia em tempo real.
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