
Uma nova análise do Institute for Public Policy Research (IPPR) revelou o impacto humano do plano do governo de dobrar o período necessário para a residência permanente. Dos 1,35 milhão de migrantes que já possuem vistos de trabalho e familiares, 23% – cerca de 310 mil – são crianças que chegaram legalmente ao Reino Unido acompanhadas dos pais. A mudança do prazo de cinco para dez anos (e até 15 anos para vistos do setor de cuidados) deixaria essas crianças em uma situação de incerteza durante toda a vida escolar e poderia até impedir o acesso a financiamentos estudantis ao completarem 18 anos.
O governo trabalhista defende que a residência permanente é um “privilégio, não um direito” e afirma que a reforma criará um sistema de incentivos que valoriza habilidades, progressão salarial e contribuição fiscal. Já os críticos argumentam que mudanças retroativas minam a confiança, dificultam a integração e podem violar os direitos das crianças previstos na Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. Cerca de 40 parlamentares trabalhistas expressaram preocupação durante o debate na Westminster Hall na segunda-feira, classificando a medida como “antibritânica” e exigindo proteção transitória.
Para os empregadores, o maior desafio é a retenção de talentos. Muitos trabalhadores qualificados planejaram suas decisões sobre hipotecas, educação e carreira considerando o prazo de cinco anos. Estender esse período para uma década pode levar alguns a migrarem para Canadá, Austrália ou países da UE que oferecem rotas mais rápidas para a residência permanente. As equipes de RH podem precisar ajustar a duração das atribuições, ampliar benefícios ou explorar vistos alternativos (como a rota Global Talent, que mantém o prazo de cinco anos).
O Home Office informou que realizará novas consultas sobre medidas mitigadoras, incluindo um “acelerador” que poderia reduzir o tempo de espera para cinco anos para profissionais de alta renda ou que atuam em ocupações em falta. Gestores de mobilidade devem acompanhar de perto essa consulta; caso a política seja aplicada retroativamente, as empresas podem enfrentar uma saída em massa de profissionais no meio da carreira justamente quando a escassez de habilidades se agrava.
O governo trabalhista defende que a residência permanente é um “privilégio, não um direito” e afirma que a reforma criará um sistema de incentivos que valoriza habilidades, progressão salarial e contribuição fiscal. Já os críticos argumentam que mudanças retroativas minam a confiança, dificultam a integração e podem violar os direitos das crianças previstos na Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. Cerca de 40 parlamentares trabalhistas expressaram preocupação durante o debate na Westminster Hall na segunda-feira, classificando a medida como “antibritânica” e exigindo proteção transitória.
Para os empregadores, o maior desafio é a retenção de talentos. Muitos trabalhadores qualificados planejaram suas decisões sobre hipotecas, educação e carreira considerando o prazo de cinco anos. Estender esse período para uma década pode levar alguns a migrarem para Canadá, Austrália ou países da UE que oferecem rotas mais rápidas para a residência permanente. As equipes de RH podem precisar ajustar a duração das atribuições, ampliar benefícios ou explorar vistos alternativos (como a rota Global Talent, que mantém o prazo de cinco anos).
O Home Office informou que realizará novas consultas sobre medidas mitigadoras, incluindo um “acelerador” que poderia reduzir o tempo de espera para cinco anos para profissionais de alta renda ou que atuam em ocupações em falta. Gestores de mobilidade devem acompanhar de perto essa consulta; caso a política seja aplicada retroativamente, as empresas podem enfrentar uma saída em massa de profissionais no meio da carreira justamente quando a escassez de habilidades se agrava.
Fonte: The Guardian
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Reino Unido.Mais de Reino Unido
Ver tudo
“Levantando a ponte levadiça”: cresce a pressão pela suspensão dos vistos de reunião familiar para crianças refugiadas
Reino Unido amplia visto BN(O) de Hong Kong para incluir a ‘geração perdida’ de filhos adultos