
Empregadores britânicos e funcionários internacionais que tentam usar a rota Skilled Worker relatam que a súbita escassez de “slots” para alocação do Certificado de Patrocínio (CoS) está transformando o processo de aplicação em uma loteria diária. Um relato publicado em 16 de março de 2026 descreve uma startup de tecnologia em Londres que passou mais de uma semana acessando o Sistema de Gestão de Patrocinadores à meia-noite, apenas para descobrir que as 100 alocações diárias de CoS já haviam sido esgotadas em poucos minutos. Após várias rejeições, a empresa pagou £350 a uma agência especializada para garantir uma vaga na manhã seguinte — evidência, segundo o autor, de que um mercado secundário informal surgiu em torno da cota.
A saga não terminou aí. Quando o UK Visas & Immigration (UKVI) percebeu uma reestruturação corporativa, a licença de patrocinador da empresa foi automaticamente suspensa e depois recusada, obrigando-a a solicitar uma nova licença pelo serviço prioritário. A corrida de duas semanas envolveu três submissões separadas de licença, uma passagem aérea reembolsável de última hora caso o visto do candidato expirasse, e atrasos enquanto o número de patrocínio não era registrado no banco de dados do UKVI (uma falha técnica conhecida). A aprovação final do visto chegou em 12 de março — seis semanas após a oferta de emprego.
Advogados de imigração afirmam que o gargalo é uma consequência não intencional das mudanças nas regras de dezembro de 2025, que exigem que as empresas solicitem CoS “indefinidos” em tempo real, em vez de receberem uma cota anual. Empresas com picos legítimos de contratação — como consultorias aumentando a entrada de graduados — agora competem diretamente com pequenas empresas pelo mesmo limite diário de 100 certificados. O Home Office garante que o teto está “sob constante revisão”, mas não comentou se pretende aumentá-lo.
Para gestores de mobilidade global, a recomendação prática é incluir um tempo extra no planejamento das transferências para o Reino Unido, reservar orçamento para apoio de terceiros caso as equipes internas de RH não consigam monitorar o lançamento à meia-noite, e alertar os candidatos de que os planos de viagem podem atrasar mesmo quando o empregador já possui licença de patrocinador.
A saga não terminou aí. Quando o UK Visas & Immigration (UKVI) percebeu uma reestruturação corporativa, a licença de patrocinador da empresa foi automaticamente suspensa e depois recusada, obrigando-a a solicitar uma nova licença pelo serviço prioritário. A corrida de duas semanas envolveu três submissões separadas de licença, uma passagem aérea reembolsável de última hora caso o visto do candidato expirasse, e atrasos enquanto o número de patrocínio não era registrado no banco de dados do UKVI (uma falha técnica conhecida). A aprovação final do visto chegou em 12 de março — seis semanas após a oferta de emprego.
Advogados de imigração afirmam que o gargalo é uma consequência não intencional das mudanças nas regras de dezembro de 2025, que exigem que as empresas solicitem CoS “indefinidos” em tempo real, em vez de receberem uma cota anual. Empresas com picos legítimos de contratação — como consultorias aumentando a entrada de graduados — agora competem diretamente com pequenas empresas pelo mesmo limite diário de 100 certificados. O Home Office garante que o teto está “sob constante revisão”, mas não comentou se pretende aumentá-lo.
Para gestores de mobilidade global, a recomendação prática é incluir um tempo extra no planejamento das transferências para o Reino Unido, reservar orçamento para apoio de terceiros caso as equipes internas de RH não consigam monitorar o lançamento à meia-noite, e alertar os candidatos de que os planos de viagem podem atrasar mesmo quando o empregador já possui licença de patrocinador.
Fonte: Reddit r/SkilledWorkerVisaUK
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