
A temporada de greves de verão chega aos aeroportos italianos na sexta-feira, 26 de junho, quando os funcionários de serviços de solo farão uma paralisação de 24 horas. As companhias aéreas estão cancelando voos preventivamente em Roma-Fiumicino, Milão-Malpensa e em uma dúzia de aeroportos regionais, e a ENAC – órgão regulador da aviação civil italiana – prevê os maiores transtornos fora dos horários legalmente protegidos, das 07h00 às 10h00 e das 18h00 às 21h00. A low-cost easyJet, por exemplo, cancelou mais de 210 voos durante uma ação semelhante no início do mês.
Muitos viajantes acreditam que qualquer greve garante automaticamente a compensação em dinheiro de €250 a €600 prevista no Regulamento Europeu 261/2004. Isso não é verdade. Conforme explicado em um artigo detalhado publicado em 25 de junho, o Tribunal de Justiça Europeu decidiu que greves de prestadores terceirizados – como manipuladores de bagagem, controladores de tráfego aéreo ou seguranças de aeroportos – são consideradas “circunstâncias extraordinárias”. As companhias aéreas devem oferecer refeições, hospedagem quando necessário, e a opção de reembolso ou reacomodação, mas não são obrigadas a pagar compensação financeira.
Essa distinção é importante para os orçamentos corporativos: departamentos de recursos humanos não podem automaticamente solicitar reembolso por atrasos de funcionários, a menos que a greve seja da própria tripulação da companhia aérea. Por isso, gestores de mobilidade recomendam que os funcionários guardem recibos de despesas relacionadas ao dever de cuidado, mas não esperem receber compensações extras.
Nos horários protegidos, a maioria das companhias pretende operar normalmente; já os passageiros com voos marcados para o meio-dia ou início da tarde enfrentam alto risco de cancelamento. A ENAC divulgará uma lista de “voli garantiti” (voos garantidos) com 24 horas de antecedência. Empresas com reuniões críticas no mesmo dia estão reservando assentos para os voos dentro da faixa de garantia das 07h00 às 10h00 ou optando pelo transporte ferroviário.
Quando o voo for inevitável, especialistas recomendam documentar o motivo de qualquer cancelamento – como uma captura de tela do aviso da companhia aérea ou do painel do aeroporto – para facilitar pedidos de reembolso. Greves da tripulação da Ryanair em outros países da UE, ocorrendo simultaneamente, dão direito à compensação financeira; o importante é comprovar qual interrupção causou qual cancelamento.
Para o futuro, os sindicatos já planejam novas paralisações dos serviços de solo para o final de julho, caso não haja acordo sobre reajuste salarial. Grandes empresas podem considerar incluir noites extras nos roteiros pela Itália durante o verão ou optar por aeroportos secundários, como Bolonha ou Verona, que têm menor movimento e podem sofrer impactos mais leves.
Muitos viajantes acreditam que qualquer greve garante automaticamente a compensação em dinheiro de €250 a €600 prevista no Regulamento Europeu 261/2004. Isso não é verdade. Conforme explicado em um artigo detalhado publicado em 25 de junho, o Tribunal de Justiça Europeu decidiu que greves de prestadores terceirizados – como manipuladores de bagagem, controladores de tráfego aéreo ou seguranças de aeroportos – são consideradas “circunstâncias extraordinárias”. As companhias aéreas devem oferecer refeições, hospedagem quando necessário, e a opção de reembolso ou reacomodação, mas não são obrigadas a pagar compensação financeira.
Essa distinção é importante para os orçamentos corporativos: departamentos de recursos humanos não podem automaticamente solicitar reembolso por atrasos de funcionários, a menos que a greve seja da própria tripulação da companhia aérea. Por isso, gestores de mobilidade recomendam que os funcionários guardem recibos de despesas relacionadas ao dever de cuidado, mas não esperem receber compensações extras.
Nos horários protegidos, a maioria das companhias pretende operar normalmente; já os passageiros com voos marcados para o meio-dia ou início da tarde enfrentam alto risco de cancelamento. A ENAC divulgará uma lista de “voli garantiti” (voos garantidos) com 24 horas de antecedência. Empresas com reuniões críticas no mesmo dia estão reservando assentos para os voos dentro da faixa de garantia das 07h00 às 10h00 ou optando pelo transporte ferroviário.
Quando o voo for inevitável, especialistas recomendam documentar o motivo de qualquer cancelamento – como uma captura de tela do aviso da companhia aérea ou do painel do aeroporto – para facilitar pedidos de reembolso. Greves da tripulação da Ryanair em outros países da UE, ocorrendo simultaneamente, dão direito à compensação financeira; o importante é comprovar qual interrupção causou qual cancelamento.
Para o futuro, os sindicatos já planejam novas paralisações dos serviços de solo para o final de julho, caso não haja acordo sobre reajuste salarial. Grandes empresas podem considerar incluir noites extras nos roteiros pela Itália durante o verão ou optar por aeroportos secundários, como Bolonha ou Verona, que têm menor movimento e podem sofrer impactos mais leves.
Fonte: Travelers Today
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