
Em uma declaração escrita à Câmara dos Lordes em 16 de julho, o Ministro da Segurança, Lord Sharpe, apresentou o primeiro Relatório Anual do Comandante de Segurança de Fronteiras para 2025-26. O documento destaca uma mudança para a avaliação de riscos em tempo real, utilizando Informações Antecipadas de Passageiros (API) e dados dos mapas de assentos das companhias aéreas para identificar chegadas de alto risco antes do desembarque. O Comandante, Vice-Almirante Sir Tim Lawrence, atribui a uma atualização tecnológica de £180 milhões a redução de 12% nas referências para inspeção secundária nos principais aeroportos, além de diminuir o tempo médio de inspeção de contêineres de carga em Felixstowe de 42 para 28 minutos.
Um novo “gêmeo digital” da fronteira, desenvolvido em parceria com o Instituto Alan Turing, permite simular cenários como greves de companhias aéreas ou surtos de doenças. Para os empregadores, o impacto mais imediato será a implementação do programa “Smart Arrivals” em aeroportos de Nível 2, incluindo Newcastle e Bristol, neste outono. O sistema integra dados de vistos e localizadores de passageiros para que as companhias recebam decisões de “embarcar/não embarcar” minutos após o fechamento do check-in, reduzindo o risco de multas por transportar passageiros inadmissíveis.
O relatório também anuncia penalidades civis mais rigorosas: a partir de janeiro de 2027, as companhias que apresentarem passageiros sem eVisas válidos poderão ser multadas em até £15.000 por pessoa, um aumento significativo em relação aos atuais £2.000. A associação do setor, Airlines UK, apoia o princípio, mas pede um período de transição de seis meses. Parlamentares da oposição elogiaram a transparência, mas questionaram por que a Força de Fronteira ainda utiliza cartões de desembarque em papel em cinco aeroportos regionais. O Ministério do Interior garante que a digitalização completa será concluída até julho de 2027.
Um novo “gêmeo digital” da fronteira, desenvolvido em parceria com o Instituto Alan Turing, permite simular cenários como greves de companhias aéreas ou surtos de doenças. Para os empregadores, o impacto mais imediato será a implementação do programa “Smart Arrivals” em aeroportos de Nível 2, incluindo Newcastle e Bristol, neste outono. O sistema integra dados de vistos e localizadores de passageiros para que as companhias recebam decisões de “embarcar/não embarcar” minutos após o fechamento do check-in, reduzindo o risco de multas por transportar passageiros inadmissíveis.
O relatório também anuncia penalidades civis mais rigorosas: a partir de janeiro de 2027, as companhias que apresentarem passageiros sem eVisas válidos poderão ser multadas em até £15.000 por pessoa, um aumento significativo em relação aos atuais £2.000. A associação do setor, Airlines UK, apoia o princípio, mas pede um período de transição de seis meses. Parlamentares da oposição elogiaram a transparência, mas questionaram por que a Força de Fronteira ainda utiliza cartões de desembarque em papel em cinco aeroportos regionais. O Ministério do Interior garante que a digitalização completa será concluída até julho de 2027.