
O Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) publicou uma regra final que extingue permanentemente a extensão automática de 540 dias dos Documentos de Autorização de Trabalho (EAD) para dezenas de categorias de imigração, confirmando uma regra provisória emitida em outubro de 2025. O texto, previsto para o Diário Oficial Federal em 14 de outubro, determina que os solicitantes de renovação que apresentarem pedido a partir dessa data não poderão mais continuar trabalhando após o vencimento do cartão apenas com o comprovante de protocolo em mãos.
O USCIS argumenta que as extensões automáticas permitiam a continuidade do trabalho “sem uma revisão completa do processo”, levantando preocupações sobre segurança e integridade. Por outro lado, críticos afirmam que os próprios atrasos da agência — muitas vezes superiores a um ano — tornam a análise em tempo hábil irrealista, e que a mudança vai prejudicar setores como saúde, tecnologia e indústrias sazonais que dependem de categorias humanitárias ou de dependentes com autorização de trabalho.
Na prática, os empregadores terão que monitorar com muito mais rigor as datas de validade dos EADs dos funcionários. Como as regras do Formulário I-9 proíbem o trabalho após a data de expiração do cartão, os sistemas de RH precisarão emitir alertas bem antes desse prazo; caso contrário, as empresas correm o risco de demissões súbitas ou penalidades por emprego não autorizado. O USCIS sugere que os trabalhadores afetados utilizem o processamento prioritário “quando disponível”, mas essa opção custa US$ 2.805 e é limitada a certas categorias.
Para programas de mobilidade, o fim das extensões automáticas aumenta a importância de apresentar o pedido de renovação com antecedência e de contar com assessoria jurídica especializada para priorizar casos com longos prazos de análise. Planos de contingência — como acordos de licença ou alternativas de visto — devem estar preparados para funcionários essenciais. As empresas também precisam revisar contratos com fornecedores que pressupõem autorização de trabalho contínua, pois podem enfrentar reclamações por quebra de contrato se os funcionários ficarem afastados.
A regra entra em vigor na data da publicação, embora as extensões automáticas aprovadas antes de 30 de outubro de 2025 continuem válidas. O USCIS não anunciou recursos adicionais para reduzir o tempo de processamento dos EADs, deixando os empregadores responsáveis por absorver os riscos operacionais.
O USCIS argumenta que as extensões automáticas permitiam a continuidade do trabalho “sem uma revisão completa do processo”, levantando preocupações sobre segurança e integridade. Por outro lado, críticos afirmam que os próprios atrasos da agência — muitas vezes superiores a um ano — tornam a análise em tempo hábil irrealista, e que a mudança vai prejudicar setores como saúde, tecnologia e indústrias sazonais que dependem de categorias humanitárias ou de dependentes com autorização de trabalho.
Na prática, os empregadores terão que monitorar com muito mais rigor as datas de validade dos EADs dos funcionários. Como as regras do Formulário I-9 proíbem o trabalho após a data de expiração do cartão, os sistemas de RH precisarão emitir alertas bem antes desse prazo; caso contrário, as empresas correm o risco de demissões súbitas ou penalidades por emprego não autorizado. O USCIS sugere que os trabalhadores afetados utilizem o processamento prioritário “quando disponível”, mas essa opção custa US$ 2.805 e é limitada a certas categorias.
Para programas de mobilidade, o fim das extensões automáticas aumenta a importância de apresentar o pedido de renovação com antecedência e de contar com assessoria jurídica especializada para priorizar casos com longos prazos de análise. Planos de contingência — como acordos de licença ou alternativas de visto — devem estar preparados para funcionários essenciais. As empresas também precisam revisar contratos com fornecedores que pressupõem autorização de trabalho contínua, pois podem enfrentar reclamações por quebra de contrato se os funcionários ficarem afastados.
A regra entra em vigor na data da publicação, embora as extensões automáticas aprovadas antes de 30 de outubro de 2025 continuem válidas. O USCIS não anunciou recursos adicionais para reduzir o tempo de processamento dos EADs, deixando os empregadores responsáveis por absorver os riscos operacionais.